Veja o resumo da notícia!
- Wagner Moura, no programa Jimmy Kimmel, concorre ao Oscar de Melhor Ator por ‘O Agente Secreto‘, de Kleber Mendonça Filho.
- Moura ironiza Bolsonaro, chamando-o de ‘Trump brasileiro’ e dizendo que o ex-presidente está preso.
- O ator relaciona a prisão de Bolsonaro com seu caráter antidemocrático e as críticas a minorias.
- Wagner Moura relembra as dificuldades de lançamento do filme Marighella durante o governo Bolsonaro.
Wagner Moura chamou o ex-presidente Jair Bolsonaro de “Trump Brasileiro” durante sua participação no programa Jimmy Kimmel Live!. O assunto surgiu após o apresentador Jimmy Kimmel perguntar ao ator brasileiro se ele já preparou o discurso de agradecimento do Oscar, e ele lembrou justamente de falas antigas de Kimmel.
Como muitos sabem, Wagner está concorrendo ao prestigiado prêmio de Melhor Ator pelo filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, que também está concorrendo a Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Seleção de Elenco.
Moura respondeu Kimmel lembrando do discurso que o apresentador fez no Critics Choice Awards, em Janeiro, apontando de brincadeira que ele pensa em agradecer Bolsonaro da mesma forma que Jimmy fez um agradecimento irônico a Donald Trump:
“Eu vi seu discurso de aceitação no Critics Choice. Você agradeceu ao Trump, e eu achei essa uma ótima ideia. Acho que, basicamente, eu deveria agradecer a Bolsonaro.”
Depois de ter definido Bolsonaro como o “Trump brasileiro”, Wagner declarou: “Só que o nosso Trump está na prisão”. Kimmel entra na brincadeira e pergunta “Como é a sensação?”, e Moura responde:
“É boa, Jimmy. Este filme não teria acontecido se não fosse por ele. ‘O Agente Secreto’ nasceu porque eu e o diretor compartilhamos nossa perplexidade com o que estava acontecendo.”
Wagner Moura diz o que vai falar de Bolsonaro em discurso do Oscar
Em seguida, o apresentador do talk-show lembrou que Bolsonaro é contra gays, mulheres e “todo mundo” e Wagner reforçou, declarando que o ex-presidente “é anti-democracia, e por isso está na prisão”. Jimmy então afirma: “E, claro, Trump o ama”.
Wagner aproveitou o assunto e lembrou do momento em que Trump ameaçou impor tarifas ao Brasil se Bolsonaro fosse preso. Kimmel ainda mencionou o filme Marighella, também estrelado por Wagner, que teve seu lançamento adiado no governo Bolsonaro; sobre isso, o ator apontou que “ele fez tudo o que podia para impedir [o lançamento]”.
No final de 2025, vale lembrar, o programa Jimmy Kimmel Live! foi retirado temporariamente da grade da emissora ABC após queixas pelo monólogo do apresentador sobre a morte do ativista de extrema-direita Charlie Kirk.
Por conta disso, ao receber o prêmio de melhor programa de talk show no Critics Choice Awards no início deste ano, ele fez um agradecimento irônico a Donald Trump, apontando que sem ele “estaríamos indo para casa de mãos vazias esta noite”.
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