Sinfra rebate suspeitas e afirma que obra da Litorânea não tem irregularidades

Sinfra rebate suspeitas e afirma que obra da Litorânea não tem irregularidades

O do afirmou que o prolongamento da Litorânea, em , não apresenta indícios de superfaturamento e permanece sob acompanhamento rigoroso de órgãos federais de controle. A declaração foi feita pelo secretário de , Aparício Bandeira, diante de questionamentos recentes sobre a execução do contrato.

Segundo o gestor, o trecho mencionado em críticas ainda não foi iniciado e não houve qualquer dano ao erário. Ele ressaltou que eventuais ajustes identificados no decorrer da obra foram absorvidos pela empresa contratada.

“O relatório não aponta superfaturamento. A obra segue dentro da legalidade”, afirmou.


Acompanhamento do TCU e da Caixa

A intervenção urbana teve início em abril de 2025 e, dois meses depois, recebeu visita técnica do (TCU). O secretário explicou que o órgão produziu relatório com observações técnicas, consideradas comuns em projetos financiados com recursos federais.

As respostas do Estado foram encaminhadas oficialmente em outubro, após análise técnica interna. O empreendimento é financiado pelo Ministério das e monitorado pela Caixa Econômica Federal, que realiza conferência das medições antes da liberação de recursos.

De acordo com a Secretaria de Infraestrutura, cada etapa executada é submetida à vistoria técnica, o que, segundo o governo, assegura no processo.


Percentuais de execução

Dados apresentados pela pasta indicam que o prolongamento da Litorânea alcançou 88% de execução física, enquanto o índice de faturamento está em 83%. O secretário afirmou que a estratégia de manter o avanço físico acima do financeiro demonstra prudência na administração dos recursos.


Subcontratação foi substituída

Em relação à subcontratação de empresa ligada a uma servidora pública estadual, o governo informou que a própria empreiteira responsável pelo contrato realizou a substituição da subcontratada após a identificação do vínculo.

Segundo a Secretaria, não houve participação direta do Estado na relação contratual entre as empresas.

O Executivo estadual reforçou que a obra segue dentro das normas legais, com fiscalização ativa dos órgãos competentes e recursos federais administrados conforme os procedimentos previstos.

Fonte: Jornal Pequeno

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