‘Quem executou tudo foi o próprio líder, Jair Messias Bolsonaro’, diz Moraes

‘Quem executou tudo foi o próprio líder, Jair Messias Bolsonaro’, diz Moraes

Em sua manifestação, Moraes destacou que os eventos que culminaram na invasão e depredação das sedes dos estavam inseridos em um plano articulado desde 2021

TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDONesta quinta (11) a Primeira Turma do inicia o quinto dia de julgamento da trama golpista com a leitura do da Ministra Cármen Lúcia pela Ação Penal 2668 – Núcleo 1 composto por Mauro Cid, ex-presidente Jair Bolsonaro; o ex-diretor da ABIN, Alexandre Ramagem; o ex-comandante da Marinha, Almir Garnier; o ex-ministro da , Anderson Torres; o ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno; o ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira; e o ex-ministro

Durante sessão da Primeira Turma do (STF), nesta quinta-feira (11), o ministro Alexandre de Moraes reforçou que os ataques de 8 de janeiro de 2023 não foram atos isolados, mas o resultado de uma “” liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. “Não foi Mauro Cid presidente, não foi Braga Netto presidente, não foi Ramagem presidente. Quem sempre esteve à frente, instigando e insuflando, foi Jair Messias Bolsonaro, líder dessa organização criminosa”, disse.

Ao rebater a tese de que os atos seriam manifestações de liberdade de expressão, Moraes ressaltou que as ameaças contra ministros configuram crimes contra o Estado Democrático de Direito. “Não se trata de um ataque a Alexandre de Moraes, mas a um dos poderes da República. É um crime contra o Estado democrático de Direito”, enfatizou.

Em sua manifestação, Moraes destacou que os eventos que culminaram na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes estavam inseridos em um plano articulado desde 2021. “Não foi um domingo no parque, não foi um passeio na Disney. Foi uma de Estado”, afirmou.

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O ministro frisou que não se tratava de baderneiros descoordenados, mas de um grupo estruturado que utilizou órgãos públicos como GSI, Abin, Ministério da Justiça, e Polícia Rodoviária Federal para viabilizar o projeto golpista. Segundo ele, as instituições não podem ser responsabilizadas como um todo, mas houve integrantes que se desviaram de suas funções para atender aos interesses do esquema.

Moraes também apontou que o objetivo central da trama era calar o e perpetuar Bolsonaro no poder, independentemente das eleições. “Essa organização criminosa queria calar o sistema de freios e contrapesos, especialmente o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral, para se perpetuar no poder. Se para isso fosse necessário matar um ministro, envenenar um presidente da República ou praticar peculato, o fariam. É disso que estamos tratando”, declarou.



Fonte: Jovem Pan

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