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Novas declarações financeiras divulgadas pela Casa Branca revelam que o presidente Donald Trump segue apostando no sucesso da Netflix. Enquanto a gigante do streaming tentava adquirir a Warner Bros., em uma disputa épica vencida pela Paramount, Trump ampliava sua posição em títulos de dívida da plataforma.
De acordo com o The Hollywood Reporter, as movimentações financeiras do presidente em janeiro foram significativas:
- Novas aquisições: Entre US$ 600 mil e US$ 1,25 milhão em títulos de dívida da Netflix.
- Histórico recente: Esse montante soma-se aos cerca de US$ 1 milhão adquiridos em dezembro, logo após o anúncio das intenções de fusão entre Netflix e Warner.
- Ações: Além da dívida, a declaração anual de 2024 mostra que Trump possui uma quantia modesta (na casa das dezenas de milhares de dólares) em ações diretas da empresa.
Um detalhe que chamou a atenção dos analistas foi a limpeza de ativos da Warner Bros. Discovery no novo relatório. Enquanto em dezembro Trump possuía títulos da Warner, o documento atual não mostra mais dívidas da empresa. Em contrapartida, surgiram novos investimentos na SiriusXM, avaliados entre US$ 600 mil e US$ 1,25 milhão.
A investida da Netflix pela Warner adicionou uma camada de intriga política ao cenário. O acordo acabou não se concretizando enquanto o CEO da Netflix, Ted Sarandos, cumpria agenda em Washington, D.C.
Embora uma reunião entre Sarandos, Trump e a chefe de gabinete Susie Wiles tenha sido cancelada por conflitos de agenda, os dois teriam conversado por telefone na mesma noite em que a Netflix desistiu do negócio. Apesar de não levar o estúdio, a Netflix saiu da disputa com uma taxa de rescisão de US$ 2,8 bilhões e uma classificação de crédito invejável, superando Warner e Paramount.
A Casa Branca enfatizou que “nem o presidente Trump nem qualquer membro de sua família têm capacidade para direcionar, influenciar ou dar opiniões sobre como a carteira é investida ou quando os investimentos são comprados ou vendidos. Todas as decisões de investimento são tomadas inteiramente por gestores independentes”.




Fonte: CINEPOP




