Se você acha que o terror já mostrou tudo, respira fundo. 2026 está chegando com continuações ousadas, reboots arriscados e projetos autorais que podem redefinir o gênero. E tudo começa agora, com Pânico 7 que estreou na última quinta-feira nos cinemas.
Sim, Ghostface voltou, mas ele não está sozinho. De slashers nostálgicos a monstros clássicos ressuscitados, o calendário promete sustos para todos os gostos.
Os Estranhos: Capítulo 3 – 9 de abril
Em Os Estranhos: Capítulo 3, a perseguição continua exatamente de onde parou. As vítimas restantes seguem tentando escapar dos invasores mascarados, que mantêm sua presença silenciosa e perturbadora.
Não há explicação sobrenatural, apenas violência fria e imprevisível. O grande trunfo é o clima sufocante: casas isoladas, estradas desertas, silêncio quebrado por batidas na porta. O roteiro explora o medo do cotidiano, aquele que parece possível demais para ser ignorado.


Casamento Sangrento – A Viúva – 9 de abril
Depois de sobreviver a um jogo mortal de esconde-esconde, a protagonista retorna em Casamento Sangrento – A Viúva enfrentando as consequências de ter escapado viva.
O primeiro filme misturava sátira social com violência brutal. Agora, a sequência pode ampliar o universo daquela família que fez pacto demoníaco por riqueza.


Maldição da Múmia – 16 de abril
O filme Maldição da Múmia chega também em abril prometendo abandonar o tom aventureiro e retornar às raízes do horror sombrio. Depois das tentativas de misturar ação e terror nos últimos anos, parece que aprenderam a lição.
A história acompanha a descoberta de uma tumba esquecida e a libertação de uma entidade ancestral que carrega maldições ligadas ao passado de seus exploradores.


Hokum – 30 de abril
Hokum acompanha um escritor que viaja para uma região isolada da Irlanda para espalhar as cinzas da mãe. Só que o luto rapidamente se transforma em algo perturbador.
A atmosfera é o ponto central: vilarejo silencioso, tensão crescente e a sensação de que algo observa cada movimento. Nada explícito no início, apenas desconforto.


Dia D – 11 de junho
Com estreia prevista para junho, Dia D mistura ficção científica e tensão psicológica. E quando há envolvimento de Steven Spielberg, a expectativa automaticamente sobe.
O enredo acompanha a revelação global de evidências sobre vida extraterrestre. O que começa como fascínio científico rapidamente se transforma em medo coletivo.


Evil Dead Burn – 24 de julho
Em Evil Dead Burn, um novo grupo se depara com forças demoníacas desencadeadas por um artefato antigo. A possessão e a violência continuam sendo marcas registradas da franquia.
A história parece explorar laços familiares sob pressão, enquanto a presença maligna distorce percepções e transforma aliados em ameaças. O terror físico e psicológico caminham juntos.


Resident Evil – 18 de setembro
O reboot de Resident Evil promete focar na origem da contaminação em uma cidade isolada dominada por experimentos biológicos. Cientistas, policiais e sobreviventes tentam conter um surto que rapidamente foge do controle.
A promessa agora é se aproximar mais do clima claustrofóbico e sombrio dos games. Menos ação exagerada, mais horror. Isso, em teoria, é exatamente o que os fãs pedem há anos.


Verity – 2 de outubro
Em outubro, o thriller psicológico Verity promete mexer com a mente do público. Elenco forte, diretor conhecido por transitar entre gêneros e uma trama envolta em mistério.
O thriller gira em torno de uma escritora contratada para finalizar a obra inacabada de uma autora famosa incapacitada. Ao investigar manuscritos secretos, ela descobre segredos perturbadores.


Whalefall – 15 de outubro
Baseado em um livro, Whalefall traz um conceito simplesmente claustrofóbico: um mergulhador é engolido por uma baleia e precisa sobreviver dentro dela enquanto afunda nas profundezas do oceano.
Sim. Só de imaginar já dá falta de ar. A trama mistura sobrevivência extrema com trauma psicológico. O oceano sempre foi assustador, mas estar preso dentro dele é outro nível.


Werwulf – Final de dezembro
Fechando o ano, Werwulf marca o retorno de Robert Eggers ao terror autoral. Um conto de lobisomem ambientado em época histórica já soa diferente, quase provocativo.
O enredo deve explorar crenças antigas, superstição e o impacto do medo coletivo. Eggers não faz cinema convencional, ele cria atmosferas densas, quase sufocantes, que dividem público e crítica. Mas quando funciona, vira clássico.
Fonte: CINEPOP




