Os 10 momentos mais fundamentais da carreira do Arctic Monkeys

Os 10 momentos mais fundamentais da carreira do Arctic Monkeys

Alguns fatos sobre o são de geral: eles surgiram como o primeiro grande fenômeno da , Alex Turner adora mudar de ritmo em suas apresentações ao vivo e o disco de estreia deles foi o que vendeu mais rápido na história do Reino Unido.

Mas para quem acompanha a banda de Sheffield de perto, sabe que a trajetória dos “macacos” é feita de escolhas arriscadas e guinadas sonoras que deixariam qualquer produtor de cabelo em pé. De cadernos roubados no deserto a ondas de rádio que viraram o “ de arena” de cabeça para baixo, o grupo provou que o hype era apenas o rastro de uma banda destinada a ser lendária.

Inspirado pelo legado dos garotos de High Green e pelo recente fôlego com o single “Opening Night“, preparamos uma lista com os 10 momentos que definiram quem eles são hoje. Só quem viveu a era do Tumblr ou sobreviveu ao deserto da Califórnia vai gabaritar essa!

10 sobre o Arctic Monkeys

10. Onde tudo começou: The Grapes

Antes dos estádios lotados, o palco era o pub The Grapes, em Sheffield – foi ali que a energia crua do indie se materializou. Sem esse primeiro show “intimista” (para dizer o mínimo), Alex Turner talvez nunca tivesse tido o palco para anunciar: “Nós somos os Arctic Monkeys, não acreditem no hype”.

O resto? Como costuma dizer o ditado, é história.

9. O cigarro que parou o mundo

Em 2006, o álbum Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not deu voz à classe operária nortista. O disco não apenas foi um sucesso; ele se tornou a bíblia de uma geração que vivia de corridas de táxi e brigas bobas na porta da balada.

Se você olhar a coleção de discos de qualquer fã de indie britânico, aquele estranho fumando na capa estará lá. 20 anos depois, é um clássico da atualidade.

8. A validação definitiva: Mercury Prize

Muitos achavam que eles eram apenas um fenômeno local de South Yorkshire, mas o Mercury Prize de 2006 provou o contrário. Ao levar o prêmio mais prestigiado da , eles mostraram que suas letras poéticas sobre o cotidiano tinham pernas para viajar o mundo.

7. O “foda-se” para a pressão do segundo disco

Como superar o álbum de estreia mais vendido da história? Alex Turner admite que Favourite Worst Nightmare foi feito sem “pensar muito”, mas foi exatamente isso que os salvou.

Eles não tentaram escrever um novo manifesto ou repetir uma fórmula, tentaram apenas provar que eram mais do que “12 músicas sobre uma lanchonete”. E adivinhem? Deu certo!

6. O batismo de fogo no Glastonbury (2007)

Subir ao palco principal do maior festival do mundo com apenas dois discos na bagagem é para poucos. O show foi marcado pelo nervosismo, mas o momento em que a multidão cantou “When The Sun Goes Down” sozinha deixou claro: a coroa do indie britânico já tinha novos donos.

5. Humbug: o do caderno e o mestre do deserto

Aqui, a chave virou. Sob a batuta de Josh Homme (Queens of the Stone Age), a banda foi para o deserto e trocou a velocidade pela densidade psicodélica – e assim, Humbug surgiu.

Alex Turner teve sua mochila roubada com seu caderno de letras original. Ele teve que reescrever tudo de memória, resultando em composições muito mais robustas e sombrias. O disco pavimentou o caminho para tudo o que eles fizeram desde então.

4. AM: o Rock de Arena e os 10 bilhões de plays

Em 2013, o Arctic Monkeys se consagrou como a maior banda da atualidade. Com influências de Dr. Dre e Black Sabbath, o álbum AM transformou a banda em um fenômeno global do streaming.

A estética tumblrcore (jaquetas de couro e topetes) virou uniforme e o disco se tornou uma espécie de “bíblia sonora”, unindo o rap de Drake ao rock clássico. Imagine não reconhecer o riff de “Do I Wanna Know?” instanteneamente?

3. O título de 2013: o retorno ao Glastonbury

Se em 2007 eles eram meninos nervosos, em 2013 Alex Turner era o “chaos agent” supremo. Com um figurino impecável e uma presença de palco avassaladora, eles provaram que o rock não estava morto – ele apenas tinha ganhado um novo penteado e riffs mais sensuais.

2. O Cassino Lunar e a liberdade artística

Quando todos esperavam um “AM 2”, eles entregaram um piano e um conceito sobre um na Lua. Tranquility Base Hotel + Casino (2018) e, posteriormente, The Car (2022), mostraram que os Monkeys não são reféns do rádio – eles preferem explorar a sinestesia de cores e timbres do que repetir fórmulas, mantendo a essência de “comer pelas beiradas” que aprenderam em sua origem.

1. “Opening Night”: duas de altos e mais altos

Os anos se passaram, e o status do Arctic Monkeys foi questionado pelos fãs e imprensa – até que fomos surpreendidos com “Opening Night”. Lançado em prol da War Child, a faixa celebra vinte anos de uma trajetória impecável, e tem uma finalidade admirável.

É uma música que exige tempo, que precisa “cozinhar” na mente, assim como todas as melhores jogadas da carreira da banda. Vinte anos depois, o Arctic Monkeys comprova-se como a banda mais elusiva e fascinante do planeta no tempo recente.

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