Órgãos federais exigem que X adote medidas imediatas para o controle na geração de imagens erotizadas

Órgãos federais exigem que X adote medidas imediatas para o controle na geração de imagens erotizadas

O Federal (MPF), a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) decidiram intensificar a fiscalização sobre a plataforma X após considerarem insuficientas as medidas apresentadas pela empresa para conter o uso indevido da ferramenta de . Segundo os órgãos, ainda há falhas que permitem a geração e de conteúdos sexualizados envolvendo crianças, adolescentes e adultos sem consentimento.

Em resposta às recomendações anteriores, o X informou ter removido milhares de publicações e suspendido centenas de contas, além de adotar medidas de . No entanto, conforme nota divulgada nesta quarta-feira (11), a empresa não apresentou relatórios técnicos, evidências documentais ou mecanismos de monitoramento que comprovem a efetividade das ações anunciadas.

Testes preliminares realizados pelas equipes técnicas das instituições indicaram que o problema persiste, com registros de produção e disseminação de conteúdos incompatíveis com as determinações já emitidas.

O cenário ocorre em meio ao aumento das de no . Dados divulgados pela SaferNet Brasil apontam crescimento nos registros em 2025. Do total de denúncias recebidas, 63.214 estavam relacionadas a imagens de sexual infantil.

O avanço das ocorrências também reacendeu o debate sobre o uso de ferramentas de inteligência artificial. Levantamento do Center for Countering Digital Hate (CCDH) indica que, após o lançamento do gerador de imagens do Grok, cerca de três milhões de imagens sexualizadas teriam sido produzidas, sendo aproximadamente 23 mil envolvendo crianças.

Diante do cenário, ANPD e Senacon determinaram que o X implemente imediatamente soluções técnicas, administrativas e organizacionais para impedir que o Grok produza imagens, vídeos ou áudios envolvendo menores de idade e adultos sem consentimento.

O MPF também ordenou que a plataforma apresente relatórios mensais, a partir deste mês, com informações detalhadas sobre as medidas adotadas para prevenir e reprimir a produção de conteúdos erotizados e deepfakes. Os documentos deverão indicar dados quantitativos sobre remoções e suspensões de contas.

O descumprimento das determinações poderá resultar na abertura de processos administrativos sancionadores, aplicação de multas e outras penalidades previstas na legislação brasileira.

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