Não há governabilidade possível nesse cenário.
A pressão de conselheiros aumenta, a torcida, com razão, pega no pé, a oposição cresce e o clube passa a viver em tensão permanente.
Além disso, é razoável imaginar que Casares precisará de tempo para se defender das acusações.
E o São Paulo, gigante como é, não pode ficar em segundo plano enquanto seu presidente precisa explicar essas questões tão graves.
Por tudo isso, mesmo respeitando o direito de defesa e reforçando que não há condenação, não há clima para Julio Casares seguir na presidência do São Paulo neste momento.
Pelo bem de todos os lados envolvidos nesta triste situação.
Fonte: UOL ESPORTES




