O ministro Marco Buzzi, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), criticou a decisão que determinou seu afastamento cautelar das funções da Corte nesta terça-feira (10).
Por meio de nota, a defesa do magistrado afirmou que a medida é “desnecessária” e abre um “arriscado precedente”, uma vez que as investigações ainda não foram finalizadas.
“Sustenta-se a desnecessidade da medida, sobretudo diante da inexistência de risco concreto à higidez procedimental da investigação e também porque o ministro já se encontra afastado para tratamento médico”, disse a defesa em nota.
Buzzi é alvo de denúncia de importunação sexual e responde a uma sindicância interna aberta na última semana de maneira unânime pelos seus colegas. Horas depois, apresentou atestado e pediu licença médica de suas funções.
Em atualização.
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