Mercado Central fecha as portas para funcionamento do comércio por risco de desabamento

Mercado Central fecha as portas para funcionamento do comércio por risco de desabamento

Nesta segunda-feira (2) foi realizada audiência de conciliação que decidiu pelo fechamento total do Mercado Central, em , diante do risco iminente de desabamento. A audiência foi realizada entre os trabalhadores, o município de São Luís e o , na Vara de Interesses Difusos e Coletivos, sob jurisdição do Juiz Douglas de Melo .

Os trabalhadores apesar de estarem sendo deslocados para o novo Mercado da Cidade, até dia 14 de março, estavam ainda ocupando e trabalhando no antigo prédio. O novo espaço provisório foi instalado no antigo prédio do Atacadão, na Guaxenduba, em São Luís.

A audiência teve cerca de 4 horas de duração para encontrar soluções no impasse da transferência dos trabalhadores do Mercado Central.

O impasse foi gerado após o novo prédio apresentar diversos problemas na estrutura e , como falha nas instalações elétricas e hidráulica, vazamentos e goteiras, necessidade de refrigeração, animais nas redondezas como infestação de pombos, dificuldade de acesso dos consumidores ao público no local.

O fechamento imediato do Mercado Central foi por determinação do Município. Segundo o Procurador geral do Município, o Mercado Central possui risco eminente de desabamento conforme laudo atestado pela Defesa Civil. “Laudos atestam a impossibilidade de manutenção do Mercado Central em funcionamento no comércio, sob pena de colocar em risco as vidas das pessoas que frequentam o local”. disse o Procurador Geral do Município, Rafael Kriek.

Os feirantes na audiência informaram que queriam um maior para continuar no Mercado Central até que a transferência ao Mercado da Cidade fosse concluída.

“Vamos nos desdobrar para realizar essa mudança pela determinação da , visto que o Mercado da Cidade ainda não apresenta as condições necessárias para abrigar os trabalhadores, que ainda faltam muitos reparos e adaptações”, disse.

Outra situação é o tempo em que os trabalhadores vão ficar parados até o prazo da mudança. “Vamos ter que fechar e vamos ficar 14 dias sem trabalhar e sem produzir. Não tínhamos sem mudar sem a concretização das obras, poderiam ter mais sensibilidade.

Algumas medidas já foram determinadas. “O Município de São Luís precisa resolver os problemas estruturais e de infraestrutura no Mercado da Cidade, para que tenha uma estrutura necessária para que as pessoas possam trabalhar”, disse o juiz Douglas de Melo Martins.

A de comprometeu a sanar os principais problemas apresentados pela categoria e ajudar na logística e processo de mudança até o dia 14 de março.

📰 Leia a matéria completa no site original difusoranews.com

Foto de Redação

Redação

Assessoria de comunicação da agência SLZ7. Uma empresa de desenvolvimento e marketing digital que oferece soluções estratégias e fortalecimento de marcas aumentando a presença online

Foto de Redação

Redação

Assessoria de comunicação da SLZ7

publicidade

Veja mais

publicidade

error: Content is protected !!