Lula se reúne com CEO do Google em meio a debate sobre regulação de IA

Lula se reúne com CEO do Google em meio a debate sobre regulação de IA

O Luiz Inácio da Silva (PT) se encontrou, nesta quinta-feira (19), com o CEO do Google, Sundar Pichai. A conversa ocorreu em paralelo à Cúpula sobre o Impacto da , na Índia – da qual a comitiva brasileira participa – e, segundo Lula, foi um pedido do dirigente da big tech.

Em uma publicação nas , o presidente afirmou que a reunião tratou de temas como a importância comercial do Brasil para o Google e os interesses do no setor tecnológico, como, por exemplo, na busca por atrair investimentos estrangeiros para a instalação de datacenters no país.

Lula também disse que apresentou para o CEO da big tech as preocupações do Planalto com a (Inteligência Artificial), citando, inclusive, a regulação da tecnologia. Na cúpula em Nova Dhéli, o presidente do Brasil e outros chefes de estado já haviam defendido normas para esse mercado.

“Falamos sobre os riscos da IA, especialmente para meninas e mulheres, e sobre a proposta de marco regulatório em discussão no Congresso Nacional, com medidas de proteção à indústria criativa brasileira”, declarou Lula.

 

Segundo o presidente, a gigante da tecnologia se comprometeu a aumentar seus investimentos no Brasil. “O Google reafirmou o compromisso de aprofundar a parceria com o governo brasileiro e ampliar as ações com o setor privado no país”, completou Lula.

Cúpula de IA

O encontro em Nova Dhéli, capital da Índia, reúne vários líderes mundiais e CEOs das maiores empresas de tecnologia do mundo para debater governança, segurança e aplicação prática da inteligência artificial no mundo.

Ao contrário de eventos técnicos ou industriais, a Cúpula de Impacto da IA tem um forte caráter político, com muitas discussões sobre a necessidade ou não de uma forte regulação global das ferramentas digitais.

Por isso, as conversas muitas vezes levam a embates ideológicos e comerciais entre líderes que defendem a regulação, como o próprio Lula, e outros que são contra essa ideia. O governo de Donald , nos Estados Unidos, por exemplo, mais alinhado às , tem se oposto à regulação externa desses serviços.

Nesta quinta-feira (19), o presidente Lula disse que as grandes empresas globais de tecnologia, as chamadas big techs, promovem uma “dominação” digital ao se apropriar de dados de empresas, governos e cidadãos de todo o mundo.

Ele também citou possíveis perigos da IA em seu discurso. “Podem fomentar práticas extremamente nefastas, como o de armas autônomas, discursos de ódio, desinformação, pornografia infantil, feminicídio, violência contra mulheres e meninas e precarização do “, disse Lula.

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