Os locais sagrados de Jerusalém estão fechados aos fiéis como medida de segurança, informou a polícia israelense em comunicado neste sábado (28).
Segundo a corporação, agentes do Distrito de Jerusalém e da Polícia de Fronteira foram mobilizados em reforço desde as primeiras horas da manhã em diferentes áreas da cidade, especialmente na Cidade Velha, com o objetivo de garantir a segurança pública.
“Desde as primeiras horas da manhã, policiais do distrito de Jerusalém e forças da Polícia de Fronteiras foram mobilizados em formações reforçadas e extensas em todas as áreas de Jerusalém, e em particular na Cidade Velha, a fim de garantir a segurança pública”, consta um comunicado da Unidade de Porta-Vozes da Polícia.
Como a cidade mais sagrada no Judaísmo e no Cristianismo, e a terceira mais sagrada no Islã, a proibição inclui muitos locais importantes.
Uma webcam 24 horas voltada para o Muro das Lamentações mostra sua praça completamente deserta às 21h30 no horário local.
Da mesma forma, a proibição impede qualquer reunião na adjacente Mesquita de Al-Aqsa, fechando o local mais sagrado para os muçulmanos na cidade em pleno Ramadã.
O que está acontecendo?
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os EUA iniciaram “grandes operações de combate” no Irã, prometendo aniquilar as forças armadas do país e destruir seu programa nuclear.
Em um vídeo de oito minutos publicado na rede Truth Social, Trump acusa o Irã de rejeitar “todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares” e afirmou que os EUA “não aguentam mais”. Israel também anunciou ataques contra o Irã.
Diferentemente da última vez em que os EUA e Israel atacaram o Irã, em junho de 2025, estes ataques começaram à luz do dia, na madrugada deste sábado – o primeiro dia da semana no Irã – enquanto milhões de pessoas iam trabalhar ou estudar.
E enquanto os ataques americanos em junho terminaram em poucas horas, fontes disseram à CNN Internacional que, desta vez, as forças armadas norte-americanas estão planejando ataques para vários dias.
A CNN Internacional havia relatado anteriormente que Khamenei era um dos alvos da primeira onda de ataques contra o Irã, juntamente com outros líderes importantes.
Fontes do regime iraniano afirmam que Khamenei está vivo, enquanto israelenses sugerem que o líder supremo esteja morto.
Em resposta, o regime iraniano lançou uma onda de ataques sem precedentes em todo o Oriente Médio, com explosões ouvidas em diversos países que abrigam bases militares americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.




