Veja o resumo da notícia!
- O álbum de estreia de Jay Horsth, ‘O Velho’, explora perdas pessoais e mudanças emocionais ao longo de nove faixas.
- Lançado pela LOCO RECORDS, o disco reflete sobre o luto e a transformação da vida adulta do artista.
- A obra apresenta memórias da mãe de Jay e a importância das cidades de São Paulo e Sabará em sua vida.
Já disponível nas plataformas digitais, O Velho é a primeira parte do disco duplo O Velho, O Mar, que marca a estreia de Jay Horsth em formato de álbum.
Lançado pelo selo LOCO RECORDS, a metade inicial do trabalho de estúdio reúne nove faixas compostas ao longo de cerca de cinco anos, atravessando experiências de perdas pessoais, deslocamentos geográficos e transformações emocionais ligadas à entrada na vida adulta.
Com sensibilidade e delicadeza, Jay constrói um universo musical que reflete tanto sua história pessoal quanto seu olhar atento sobre o mundo. O material surge de um período de mudanças intensas na vida do artista: o término de relações importantes, troca de cidade e o luto pela morte de sua mãe, Mirian Horsth Paes, no final de 2024.
Em vez de apresentar tais episódios como um relato linear, Jay organizou as músicas de forma a observá-los com distância e reflexão, buscando compreender como avançar a partir do que foi vivido. Essa abordagem transforma o disco em uma experiência de escuta íntima e emocionalmente honesta.
Jay Horsth divulgou seu primeiro disco completo
A faixa de abertura, “Deus É Bom Pra Mim”, já estabelece o tom do álbum ao trazer um áudio gravado no celular com a voz da mãe de Jay, poucas semanas antes de seu falecimento. Dedicar o disco à memória dela reforça a conexão pessoal e afetiva presente em cada canção, enquanto a fusão entre registros caseiros e arranjos musicais revela a maneira singular com que Jay constrói seu trabalho, onde composição e vida se entrelaçam.
As cidades e deslocamentos têm papel central no disco. São Paulo surge como espaço de conflito, expectativa e descoberta, enquanto Sabará, no interior de Minas Gerais, funciona como refúgio e ponto de retorno. Canções como “Há Um Lugar” e “Horizontes” exploram a geografia afetiva, evocando a casa do pai, as paisagens mineiras e a experiência de reconhecer o que permanece apesar das mudanças.
Como primeira parte do projeto O Velho, O Mar, o disco funciona como um diálogo profundo com o passado e suas marcas. Ainda a ser lançada, a metade final promete abrir caminho para novos horizontes e possibilidades de transformar experiências pessoais em música.
Ouça O Velho logo abaixo!
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