Desde o primeiro episódio, Dele & Dela deixa claro que o assassinato que abala a pequena Dahlonega, na Geórgia, é apenas a superfície de uma história muito mais antiga. O crime funciona como gatilho para que segredos enterrados há décadas voltem à tona, envolvendo personagens que pareciam, à primeira vista, apenas coadjuvantes da investigação.
Ao longo da temporada, a série acompanha Anna, jornalista que retorna à cidade natal para cobrir o caso, e Jack, seu ex-marido, responsável pela investigação policial. Entre desconfianças mútuas, luto pela morte da filha e um histórico mal resolvido, os dois se tornam não apenas protagonistas, mas também suspeitos potenciais.
O passado que conecta todas as mortes
A investigação inicial aponta para Rachel, a primeira vítima, como alguém cercada de conflitos. Rapidamente, surgem novas mortes, envolvendo Helen e Zoe, amigas de juventude de Anna. A sequência de crimes passa a indicar um padrão que remete diretamente aos anos de escola do grupo.
Aos poucos, o roteiro revela o que aconteceu no aniversário de 16 anos de Anna. Na época, Rachel, Helen e Zoe faziam parte do grupo dos “populares”, que praticava humilhações e abusos, incluindo um episódio de violência sexual contra Anna, testemunhado e incentivado pelas próprias amigas. Esse evento se torna o elo invisível entre todas as vítimas.
Com essas revelações, a série direciona o olhar para Catherine, antiga colega marginalizada pelo grupo e desaparecida desde a adolescência. A suspeita cresce quando Anna descobre que Catherine vive sob outra identidade: Lexy, a atual âncora que ocupou seu lugar na emissora.
As evidências parecem confirmar essa linha. Lexy é confrontada, há indícios plantados em sua casa e seu marido é preso como cúmplice. O caso é encerrado oficialmente, e a cidade segue em frente acreditando que o mistério foi resolvido.


A verdadeira assassina e o plano por trás dos crimes
No entanto, o último episódio muda completamente a perspectiva da história. Um ano após os assassinatos, Anna encontra uma carta deixada por sua mãe, Alice. Nela, vem a revelação definitiva: Alice é a verdadeira responsável por todas as mortes.
A carta explica que Alice descobriu, por meio de antigas gravações, o abuso sofrido pela filha na adolescência. Somado a isso, ela testemunhou o envolvimento de Jack com Rachel, justamente no período mais frágil da vida de Anna, após a morte da filha do casal. Para Alice, aquelas mulheres representavam não apenas o passado traumático, mas também uma ameaça ao futuro da filha.
Fingindo sofrer de demência, Alice construiu um disfarce perfeito. Usou seu conhecimento da cidade, da escola e das casas das vítimas para agir sem levantar suspeitas. Também foi ela quem plantou provas para incriminar Lexy, desviando completamente o foco da investigação.
A revelação final não leva à prisão de Alice. Ao ler a carta, Anna compreende que todos os assassinatos foram cometidos com um único objetivo: fazê-la voltar para casa, retomar a carreira e reconstruir sua família. E, de fato, o plano funciona.
Anna e Jack se reconciliam, adotam a filha de Zoe e seguem em frente. Grávida novamente e profissionalmente realizada, Anna decide guardar o segredo da mãe. A série encerra sua trajetória deixando claro que a verdade, embora conhecida pelo espectador, permanecerá oculta dentro da narrativa.
Fonte: CINEPOP

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