O Exército Brasileiro elevou o nível de alerta e intensificou a fiscalização na fronteira entre o Brasil e a Venezuela nesta terça-feira (6). A medida é uma resposta direta ao agravamento da crise diplomática e militar na América do Sul, desencadeada pela operação dos Estados Unidos que resultou na captura do líder venezuelano Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores no último sábado (3).
Em Pacaraima, principal ponto de conexão terrestre entre as duas nações no norte de Roraima, militares realizam abordagens detalhadas a pedestres e vistorias em veículos que tentam cruzar a linha de fronteira. O cenário na região é de vigilância ostensiva, com soldados portando armamento de grosso calibre e o posicionamento estratégico de veículos blindados ao longo das vias de acesso.
Monitoramento e fluxo migratório
A movimentação de cidadãos venezuelanos, que buscam refúgio no Brasil carregando pertences e malas, segue sendo acompanhada de perto pelas tropas. O Exército atua não apenas no controle de segurança, mas também na orientação do deslocamento desses migrantes, mantendo o monitoramento constante para evitar entradas irregulares ou incidentes na faixa de fronteira.
Apesar da presença militar reforçada e da tensão gerada pelas explosões registradas em Caracas e outras províncias venezuelanas durante a incursão norte-americana, o comando militar local busca transmitir estabilidade. O general de brigada Roberto Pereira Angrizani, comandante do Exército em Roraima, informou que o fluxo migratório ainda é considerado dentro da normalidade para o período.
Próximos passos da operação
De acordo com o comando militar, até o momento não houve a necessidade de deslocar contingentes extras de outras regiões do país, pois o efetivo atual é considerado suficiente para o monitoramento da área. No entanto, a permanência do estado de alerta depende da evolução dos fatos políticos em solo venezuelano e do posicionamento da comunidade internacional nas próximas semanas.
A prioridade da Operação na fronteira é assegurar a integridade do território brasileiro e a manutenção da ordem em Pacaraima, que historicamente é o epicentro das crises migratórias na região.
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Fonte: O Imparcial

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