Dino acompanha Moraes e vê inconstitucionalidade em proibição de mototáxi em SP

Dino acompanha Moraes e vê inconstitucionalidade em proibição de mototáxi em SP

Durante o , o ministro criticou o modelo de negócio das plataformas, comparando as empresas a ‘senhores de escravos do século 18′ e cobrando ‘garantias trabalhistas’ para os condutores

Wilton Junior/Estadão Conteúdo
O ministro do (STF), Flávio Dino

No último domingo (2), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, acompanhou o voto do ministro e considerou inconstitucional a lei estadual de que proíbe ou dificulta a de serviços de mototáxi por aplicativo. A lei paulista concedia aos o poder de autorizar ou não os serviços. Alexandre de Moraes já havia argumentado que a legislação criava obstáculos indevidos para os trabalhadores, como exigências de CNH especial, certidão de antecedentes criminais e regulamentação municipal prévia.

Em seu voto, Flávio Dino defendeu a concessão de direitos trabalhistas aos mototaxistas, como férias e aposentadoria. O ministro também dirigiu duras às empresas de tecnologia, chamando-as de “Senhores de escravos do século XVI”, em referência à exploração da classe trabalhadora.

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A decisão soma mais um capítulo à “” do mototáxi em São Paulo. O prefeito Ricardo Nunes não havia autorizado os serviços, gerando um impasse legal que agora é questionado pelo STF, deixando a população na incerteza sobre a continuidade da modalidade de .

*Com informações de Danúbia Braga 

*Reportagem produzida com auxílio de



Fonte: Jovem Pan

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