A Delegada Jéssica Ingrid, da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico de Imperatriz, relatou que sofreu ameaças de morte de uma mulher, de 32 anos, presa em dezembro de 2025 suspeita de cultivar uma suposta plantação de cannabis sativa em um condomínio de luxo no município.
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A delegada divulgou um vídeo nas redes sociais relatando o ocorrido. No depoimento, Jéssica contou que a mulher havia declarado que a policial havia roubado joias preciosas dela.
“Após ser liberada, ela e o esposo passaram a empreender uma verdadeira campanha difamatória e caluniosa informando que o mandado havia sido cumprido de forma ilegal e que, além disso, eu teria a agredido e furtado joias e pedras preciosas do local”, relatou Jéssica.
Segundo a delegada, a presa não tinha autorização judicial para o cultivo da planta. Após o caso, a mulher e seu marido foram encaminhados para uma penitenciária de Carolina, com mandado de prisão temporária.
“A mulher falou para outras internas do presídio que tinha planos de que quando saísse da unidade prisional, iria se vingar de mim e que estava apenas decidindo de que forma ela tiraria a minha vida. Se seria asfixiada, degolada ou se faria picadinho”, contou.
Plantação de luxo
Em dezembro de 2025, a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) realizou uma operação no bairro Parque Lagoinha após denúncias de um possível cultivo ilegal de maconha dentro de uma residência de luxo.
No imóvel, os policiais localizaram diversas plantas com características semelhantes à maconha, que estavam sendo cultivadas em duas estufas montadas dentro da casa.
Todo o material apreendido foi encaminhado para os procedimentos legais. A mulher foi conduzida à Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DENARC).
Posicionamento da Polícia Civil
A Polícia Civil instaurou um procedimento para apurar a ameaça praticada contra a delegada, adotando todas as providências cabíveis no âmbito policial.
“Destaca ainda que irá oferecer todo o apoio necessário à agente de segurança, reafirmando o compromisso institucional com a proteção de seus servidores e com a rigorosa apuração de quaisquer crimes que atentem contra o exercício da função policial”, declarou o órgão.
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