Veja o resumo da notícia!
- Jack Johnson, surfista promissor no Havaí, competia e era patrocinado, com futuro aparentemente definido no esporte.
- Um grave acidente em Pipeline interrompeu sua carreira no surfe, forçando-o a abandonar as competições aos 17 anos.
- Durante a recuperação, Johnson estudou cinema e começou a explorar a música, um hobby que se tornou profissão.
- O álbum de estreia, ‘Brushfire Fairytales’, lançou Johnson na carreira musical, com temas de natureza e simplicidade.
Jack Johnson costuma dizer que a vida raramente segue o roteiro que imaginamos e que, muitas vezes, são justamente os desvios inesperados que nos conduzem a destinos maiores do que os planos originais. A própria trajetória do artista é prova disso, como foi lembrado através de publicação recente no Instagram do perfil The Optimist Athlete.
Criado na costa norte do Havaí, Johnson cresceu imerso na cultura do surfe. Ainda adolescente, ele já era considerado um dos nomes mais promissores de sua geração. Na época, Jack competia em eventos de elite e encarava ondas gigantes ao lado de lendas como Kelly Slater.
Os patrocinadores estavam atentos, e o futuro parecia claramente traçado: o então esportista seria surfista profissional. Até que veio o caldo durante uma sessão em Pipeline, quando Johnson sofreu uma queda brutal que lhe rendeu mais de 100 pontos no rosto e o obrigou a abandonar a carreira competitiva.
De forma abrupta, aos 17 anos, o caminho que ele vinha construindo desde a infância simplesmente desapareceu. Na entrevista que você confere ao final da matéria, o dono de sucessos como“Upside Down” e “Sitting, Waiting, Wishing” relembrou o momento como um ponto de inflexão:
“Eu nunca imaginei que eu teria uma carreira na música. Era apenas um dos meus hobbies favoritos. Era tipo, surfe primeiro, e quando as ondas estavam ruins, eu tocava o violão. Eu entrei em uma onda que eu já surfei milhões de vezes. E teve esse ponto onde eu infelizmente mergulhei de cabeça nesses corais. Eu senti no meu rosto. Foi um divisor de águas na minha vida. Estar ali perto de uma experiência de quase morte. Foi bem traumático. Foi engraçado como nos próximos meses eu era capaz de surfar de novo. Então, minha mãe foi muito querida por ter me dado esses livros de tablatura, com os quais eu pude aprender como tocar diferentes violões, músicas e coisas do tipo. Foi realmente uma chamada para a realidade. Tipo, ‘Bem, talvez eu deva seguir por aqui.’”
Jack Johnson sofreu grave acidente no mar quando ainda era surfista
Em vez de resistir ao que havia acontecido, Johnson decidiu redirecionar sua energia. Enquanto se recuperava, ingressou na universidade para estudar cinema. Hoje com 50 anos, o músico passou a dirigir filmes de surfe, entre eles Thicker Than Water (2000).
Aliás, foi atrás das câmeras que Jack começou a perceber novas possibilidades criativas. Entre uma viagem e outra e longas horas nas salas de edição, a música, que sempre estivera presente de maneira informal, ganhou espaço. Johnson começou a compor quase sem pretensão, como extensão natural daquele estilo de vida.
As composições foram se transformando em Brushfire Fairytales, seu álbum de estreia lançado em 2001. O disco conquistou público ao redor do mundo e o projetou para uma carreira musical sólida, marcada por temas como natureza, simplicidade e consciência ambiental.
O acidente que encerrou um sonho abriu, silenciosamente, a porta para outro, talvez mais alinhado com quem ele realmente era. O universo sempre tem um plano!
OUÇA AGORA MESMO A PLAYLIST TMDQA! ACÚSTICO
Músicas acústicas para relaxar, estudar, meditar e se concentrar. Tudo com a curadoria do Tenho Mais Discos Que Amigos! Ouça a Playlist TMDQA! Acústico e aproveite para seguir o TMDQA! no Spotify!
📰 Leia a matéria completa no site original TMDQA!




