Um novo boletim da Organização Meteorológica Mundial (OMM) alertou a possibilidade de retorno do El Niño ainda em 2026. A probabilidade é de 40% para o período de maio e junho, reacendendo a preocupação com extremos climáticos.
Apesar das incertezas nas projeções aumentarem à medida que estas se estendem no ano, a tendência vem se consolidando, inclusive sendo respaldada pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA). Em janeiro, a agência estadunidense calculou entre 50% e 60% a chance do El Niño se instalar entre julho e setembro.
O fenômeno caracteriza-se pelo aquecimento anormal das águas do Pacífico equatorial central e oriental. O fenômeno reconfigura padrões de chuva e temperatura em diversas regiões, provocando secas severas, enchentes e impactos econômicos amplos.
No Brasil, o evento traz consequências como o aumento das chuvas no Sul e seca no Norte e Nordeste. Já na região central sofre com irregularidades de chuvas.




