Amamentar gera “imunidade” contra câncer de mama agressivo, aponta estudo

Amamentar gera “imunidade” contra câncer de mama agressivo, aponta estudo

Você já sabia que a amamentação traz inúmeros benefícios para o bebê, nutrição, vínculo, proteção contra infecções? Pois é, agora surge mais uma boa: um estudo recente descobriu que dar de mamar pode também oferecer uma forma de proteção para a mãe, especialmente contra formas mais agressivas de . A reportagem da Revista Galileu revela que que amamentaram apresentaram menor incidência de tipos invasivos da doença.

O que o estudo mostra

Pesquisadores observaram que, entre mulheres que já haviam amamentado, a incidência de tumores considerados mais agressivos era menor. O estudo, embora ainda em fase inicial para algumas conclusões, sugere que o período de aleitamento exerce um efeito de “proteção” ao músculo mamário e não apenas ao bebê.

Por que a amamentação pode ajudar a prevenir o ?

Os cientistas apontam algumas possíveis explicações para esse efeito. Primeiro: durante o aleitamento, ocorre uma renovação celular nas mamas, o que pode ajudar a eliminar células com alterações genéticas antes que se tornem tumor. Segundo: o nível dos hormônios femininos muda durante o período de lactação, o que pode reduzir o estímulo ao crescimento de células malignas. Terceiro: o tecido mamário fica menos “exposto” a certos estímulos de risco quando a mulher amamenta, o que pode contribuir para menor chance de câncer agressivo.

Quanto de amamentação faz diferença?

Embora o estudo não fixe um “tempo mínimo absoluto” , outras pesquisas anteriores já haviam encontrado que cada 12 meses de amamentação poderiam diminuir em cerca de 4,3% o risco de câncer de mama. No caso do novo estudo, o foco está no efeito sobre os tumores agressivos, o que torna ainda mais relevante para mulheres que tiveram filhos e amamentaram.

Mas atenção: não é fórmula mágica

Importante lembrar: amamentar ajuda, mas não garante que não haverá câncer. A proteção não elimina o risco, apenas reduz. Fatores como genética, estilo de vida, ambiental e histórico de também são fundamentais. E o estudo ressalta que mais é necessária para entender os mecanismos exatos.

Para quem e por que vale prestar atenção

Se você é mãe ou pretende se tornar uma, essa pode somar ao desejo de amamentar, não só pelo bebê, mas também pela sua saúde. Para profissionais de saúde, o achado reforça a recomendação da Organização Mundial da Saúde e da Sociedade Brasileira de Pediatria de estimular o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses e prolongado até dois anos ou mais. Mas também serve de alerta: mesmo mulheres que amamentaram devem continuar com o rastreamento regular do câncer de mama.

E agora, o que muda?

Em termos práticos:

  • Profissionais de saúde podem usar esse dado como mais um argumento para incentivo à amamentação.
  • Mulheres que já amamentaram podem se sentir mais motivadas, não como “livre-comprovação” de imunidade, mas como um benefício a mais conquistado.
  • Programas públicos de saúde podem reforçar campanhas de amamentação vendo não só impacto infantil, mas materno de longo prazo.

Em suma: a amamentação é um gesto poderoso, para o bebê e para a mãe. O novo estudo vem para reforçar isso com , mostrando que, em muitos casos, dar de mamar é também proteger a si mesma. E nisso, cada minuto conta.

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