Após reunião na Promotoria do Consumidor nesta sexta-feira (6), ficou definido o fim da do transporte público em . O encontro reuniu o Ministério Público (MP), o , o sindicato patronal (SET) e a .

O acordo estabelece novas exigências para as empresas e melhorias na frota, como 100 novos no sistema urbano, 35% desses novos devem possuir ar-condicionado e a retirada imediata de de todos os ônibus com mais de 10 anos de uso.

Para evitar o aumento da passagem para o usuário, o MP propôs o aumento temporário do subsídio para R$ 0,80 por passageiro.

A medida busca equilibrar os custos (combustível e salários) e compensar uma glosa de R$ 1,5 milhão no repasse da Prefeitura, que vinha impedindo o pagamento integral dos rodoviários. Uma perícia técnica contábil será realizada para definir os valores permanentes.

Condição para o retorno

A volta ao trabalho neste sábado (7) está condicionada a um prazo rígido:

  1. Pagamento dos Salários: As empresas devem quitar os salários integralmente até terça-feira (10).
  2. Risco de Nova Greve: Caso o pagamento não ocorra, os rodoviários estão autorizados a paralisar as atividades novamente na quarta-feira (11).
  3. Judicial: O MP ingressará na para garantir que os valores devidos cheguem aos trabalhadores.