A Acadêmicos de Niterói decidiu trancar os comentários das publicações no Instagram após uma onda de críticas contra o desfile desse domingo (15/2). A escola de samba abriu os desfiles na Marquês de Sapucaí com enredo que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na apresentação, a agremiação destacou a trajetória do petista, que assistiu ao desfile no camarote da Prefeitura do Rio de Janeiro e chegou a descer para a avenida. Quem deu vida ao político foi o ator e humorista Paulo Vieira.


Escultura representa o presidente Lula no desgile da Acadêmicos de Niterói
Luiza Monteiro/Riotur


Famosos no desfile da Acadêmicos de Niterói
Lucas Victorio/Riotur




Comissão de frente da Acadêmicos de Niterói
Alexandre Macieira/Riotur


Acadêmicos de Niterói desfila na Sapucaí
Alexandre Macieira/Riotur


Desfile da Acadêmicos de Niterói
Reprodução/ Globoplay


Detalhe de alegoria da Acadêmicos de Niterói
Bianca Santos/Riotur


Detalhe de alegoria da Acadêmicos de Niterói
Luiza Monteiro/Riotur
Após o desfile, a Acadêmicos de Niterói foi alvo de críticas nas redes sociais por conta da escolha do enredo. “Duas quedas em um só lugar”, ironizou uma pessoa. “Faltou o triplex e o sítio de Atibaia”, comentou outra. “Venho deixar minha risada aqui quando vocês caírem novamente”, disse uma terceira.
Um internauta chegou a promover boicote contra a escola de samba: “Vamos boicotar todos os ‘artistes’ que fizeram desse cenário um ilícito eleitoral”.
Sobre o desfile da Acadêmicos de Niterói
A escola de samba Acadêmicos de Niterói levou para a avenida uma homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o enredo “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”.
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, era esperada para desfilar, mas não participou da apresentação e foi substituída pela cantora Fafá de Belém. Segundo pessoas que acompanharam Lula, Janja chegou a passar pela Marquês de Sapucaí, mas retornou pouco depois ao camarote de onde o presidente assistiu ao desfile da escola.
O samba-enredo trouxe referências diretas ao universo do PT, reproduzindo o tradicional grito de militância — “Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula” — e mencionando, em dois trechos, o número de urna do partido.
A apresentação também incluiu uma crítica ao ex-presidente Jair Bolsonaro, retratado em uma alegoria como um palhaço preso. Com expressão triste e espantada, a figura aparecia com traje listrado — tradicionalmente associado a presidiários na dramaturgia — e usando tornozeleira eletrônica com sinais de violação, em alusão ao episódio que resultou na revogação de sua prisão domiciliar, em novembro do ano passado.


Fonte: Metropoles Entretenimento




