Conheça as “praias selvagens” do Rio de Janeiro

Conheça as “praias selvagens” do Rio de Janeiro

Localizadas na zona oeste do , as chamadas selvagens são uma ótima pedida para fugir das areias apinhadas da Zona Sul. Menos visitadas por quem está na cidade a passeio – às vezes ignoradas até pelos próprios cariocas – e acessíveis apenas por , seguramente elas valem a visita.

As praias fazem parte do Circuito das Praias Selvagens e atraem quem aprecia trilhas de dificuldade moderada, cenários quase intocados e um toque de aventura. O circuito pode ser acessado por dois caminhos: uma trilha que começa na da Barra de Guaratiba e outra com início em Grumari. Recomenda-se realizar o percurso aos fins de semana, preferencialmente pela manhã, para aproveitar melhor o passeio e facilitar a busca por vagas de estacionamento.

Circuito pela Praia da Barra de Guaratiba

É mais comum começar o circuito pela trilha com acesso na Praia da Barra de Guaratiba. O percurso leva em torno de 40 a 50 minutos e desemboca na pequena Praia do Perigoso, a mais movimentada das praias selvagens (o que não quer dizer muito, já que o local ainda é bastante exclusivo) e ideal para um bom banho de mar – apesar do nome, não há perigo algum nadar ali.

Não existem estruturas fixas de barracas e restaurantes, por isso o mais indicado é levar bastante água e comida para passar o dia sem complicações.

Barra de Guaratiba tem praias selvagens e ilhas na vizinhança, que são acessadas mais facilmente por meio de passeios de barco (Ana Carolina do Nascimento Guimarães/Wikimedia Commons)
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Antes de seguir pelo percurso principal, há uma rota alternativa que leva até a singela Praia das Conchas. Com duração de pouco mais de 1 hora, certos trechos são mais complexos e exigem mais cuidado: anda-se um bom apenas por pedras, geralmente quentes. É mais adequado usar tênis ou bota de trilha, além de se proteger com protetor solar e boné. A praia é curta e mais reservada. Ao contrário das outras, não existe uma faixa de areia, apenas pedras, chamadas de “conchas”, então serve mais para contemplar do que esticar a canga.

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Dificuldade de acesso garante exclusividade: além de afastada da região central, trecho final até o Perigoso exige percorrer uma trilha de 1,5 km a pé (VinnyWiki/CC-BY-SA-4.0/Wikimedia Commons)

Agora, caso o interesse seja continuar pelo trajeto que o levou à Praia do Perigoso, o visitante irá se deparar, mais à frente, com a Praia do Meio. O caminho toma cerca de 1 hora e conta com subidas e descidas mais severas, além de paredões inclinados. Ao final, é necessário descer por uma pedra com uma corda fixada. Recomenda-se o acompanhamento de um guia.

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Porém, a praticamente intocada reserva uma paisagem paradisíaca, ideal para quem procura um banho em . Ainda que seja bem menos frequentada, não é incomum cruzar com áreas ocupadas por campistas.

Caminho pela trilha de Grumari

A opção de percorrer as praias pelo caminho contrário também é viável. Em Grumari, é importante chegar cedo para conseguir vaga no estacionamento do Mirante de Grumari, localizado a 10 minutos de distância do acesso à trilha.

O percurso dura um pouco mais de 40 minutos e atravessa uma bela região povoada pela Mata Atlântica, chegando à Praia do Inferno, um verdadeiro paraíso escondido da capital carioca. De areias claras e ondas fortes, o lugar é ótimo para quem busca curtir um litoral mais sossegado. Contudo, se a maré estiver alta, corre o risco de encontrar coberta pela água a curta extensão de areia.

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Ondas quebrando em Grumari (Diego Baravelli/CC BY-SA 4.0/Wikimedia Commons)

Ao seguir para o próximo destino, por meio de uma linda floresta de mata fechada, é possível encontrar a Pedra da Lua. Marca registrada da região, a formação rochosa tem esse nome por apresentar vários buracos que lembram as crateras da Lua. O trajeto leva em torno de 50 minutos e segue até a Praia Funda, considerada tanto a segunda do circuito (por Grumari) quanto a quarta (pela Barra de Guaratiba).

Localizada um pouco antes da Praia do Meio, a Funda tem uma orla de areia comprida e bem arborizada, com um vasto espaço sombreado. As águas cristalinas e o fluxo reduzido de visitantes faz dela um recanto de sossego. Mesmo sendo locais mais preservados, devido ao difícil acesso, muitos frequentadores apontam para um problema recorrente: as trilhas e as praias apresentam uma grande quantidade de lixo acumulado, por isso é importante trazer de volta tudo o que precisar ser descartado.

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