Governo inaugura Ambulatório de Doenças Raras no Hospital da Ilha, em São Luís

Governo inaugura Ambulatório de Doenças Raras no Hospital da Ilha, em São Luís

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O Ambulatório de Doenças Raras inaugurado pelo do no Hospital da , em , foi estruturado para centralizar em um único espaço os recursos necessários ao acompanhamento de pacientes com condições de alta complexidade. A unidade conta com acesso ambulatorial específico, recepção e acolhimento, consultórios multiprofissionais individualizados, sala de reabilitação e sala de infusão e estabilização ambulatorial equipada com poltronas reclináveis, bombas de infusão e monitorização básica.

A estrutura física está integrada à rede diagnóstica e hospitalar do próprio Hospital da Ilha. Para situações que exijam internação, o ambulatório conta com retaguarda de leitos clínicos e de unidade de terapia intensiva, acessados por meio da Central Estadual de Regulação de Leitos. O funcionamento ocorrerá inicialmente em dias úteis, em horário administrativo, com possibilidade de ampliação conforme a demanda e a disponibilidade de profissionais.

A capacidade inicial estimada é de 80 a 120 atendimentos por mês, em regime programado, com previsão de expansão progressiva a partir da consolidação do e da avaliação dos indicadores assistenciais. O acesso se dá exclusivamente por encaminhamento médico, com triagem realizada pela Central de Regulação de Marcação de Consultas.

A equipe é formada por médicos de diversas especialidades e por profissionais de de nível multiprofissional, incluindo enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e nutricionistas, além de equipe administrativa e de acolhimento. Especialidades como cardiologia e ortopedia participarão do serviço por meio de interconsultas, conforme a necessidade clínica de cada paciente.

O ambulatório também realizará a administração de medicamentos específicos quando indicados, além de aconselhamento genético e suporte psicossocial. A organização do serviço segue as diretrizes da Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, que orienta a estruturação de serviços em rede e a integração entre os diferentes níveis de atenção.
As doenças raras são definidas pelo Ministério da Saúde como aquelas que acometem até 65 pessoas a cada 100 mil habitantes. Em sua maioria, são condições crônicas, progressivas e de genética ou multifatorial, que demandam acompanhamento contínuo e terapias de alto custo.

Fonte: Jornal Pequeno

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