“Não existe ninguém que andou com as crianças na mata”, diz delegado sobre irmãos desaparecidos durante audiência em Brasília

“Não existe ninguém que andou com as crianças na mata”, diz delegado sobre irmãos desaparecidos durante audiência em Brasília

A do Maranhão (PC-MA) participou, nesta segunda-feira (2), de uma audiência no Federal, em Brasília, sobre o desaparecimento de crianças e adolescentes no . Durante o encontro, atualizações sobre o caso dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, em foram divulgadas.

A ação foi promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa com o objetivo de debater o tema “O desaparecimento de crianças e adolescentes no Brasil e os instrumentos nacionais de preservação, e localização”.

Segundo o delegado Ederson Martins, as investigações foram ampliadas após depoimentos do Anderson Kauã, de oito anos – primo dos irmãos desaparecidos que foi encontrado.

As crianças desapareceram no dia 4 de janeiro deste ano no Povoado São Sebastião dos Pretos, em Bacabal. Segundo as investigações, os menores teriam entrado em um matagal e se perderam pela região.

No dia 7, Anderson foi encontrado sem roupa em uma estrada, no povoado Santa Rosa, por moradores. A criança passou por diversos atendimentos médicos cautelosos devido sua condição genética, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e, em seguida, passou a fornecer informações a Polícia.

Sozinhos na mata

O delegado maranhense relatou que desde o primeiro dia do desaparecimento das três crianças não houve registros da presença de uma quarta pessoa acompanhando os menores.

“O que a gente tem pontual é que não existe uma quarta pessoa envolvida. Não existe ninguém que andou com as crianças na mata, não existe ninguém que alimentou essas crianças durante esse período”, declarou.

Durante toda a investigação, diversas desinformações foram espalhadas pelas sobre o paradeiro dos irmãos, o que causou dificuldades nas buscas.

Relatos de que Ágata e Allan morreram afogados no rio ou, até mesmo, que foram sequestrados fazem parte da linha de apuração dos policiais, não descartando nenhuma hipótese.

Martins informou que cães farejadores foram utilizados nas buscas e que eles conseguiram sentir a presença das duas crianças em direção ao rio da região, após Anderson Kauan informar uma casa de palha em que os três teriam se abrigado.

“Foram quatro cachorros que foram com os odores específicos das três crianças. Quando se passavam da Ágata e do Allan, os cães iam em direção ao rio, faziam o mesmo percurso que o Kauã teria explicado. Quando era do Kauã, ele pegava a trilha onde ele foi localizado, o que comprova as crianças foram até a casa indicava pela testemunha”.

reconhecido

Durante a audiência, as forças policiais do Maranhão foram amplamente elogiadas pelo trabalho desenvolvido e pelo aparato empregado nas ações de busca e investigação.

“Quero parabenizar a força-tarefa do Maranhão e o Corpo de Bombeiros, pelo empenho e compromisso demonstrados durante as buscas. Um trabalho que foi além do institucional. Parabéns a todos os envolvidos nesta força-tarefa”, afirmou a senadora Damares Alves.

Ágata e Allan seguem desaparecidos há mais de 50 dias. A informou ainda que as investigações até o momento não podem apontar circunstâncias, responsabilidades ou conclusões definitivas sobre o desaparecimento das crianças.

O caso segue com as investigações sob sigilo a fim de encontrar os dois irmãos.

Vídeo: TV SENADO

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