Promover o respeito e valorizar a diversidade das religiões de matrizes africanas no estado são os principais objetivos da 3ª edição do Festival Cultural Iemanjá, Rainha do Mar. O evento será realizado no sábado, 28 de fevereiro, das 14h às 20h, na Praça do Sol, no bairro Ponta D’Areia, em São Luís.
A iniciativa é realizada pelo Governo do Maranhão, sob coordenação da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular do Maranhão (Sedihpop), em parceria com diversos órgãos estaduais e a Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE-MA), além de entidades representativas dos povos de terreiro.
O festival consolida-se como um dos principais espaços de valorização da ancestralidade africana no Maranhão, reunindo cultura, religiosidade, cidadania e mobilização social no enfrentamento ao racismo religioso. O tema deste ano é “A luta dos povos de matriz africana e das comunidades de terreiro contra a intolerância e o racismo religiosos”.
Segundo o secretário de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular em exercício, Genilson Alves, o evento reforça o respeito às tradições de matriz africana e a promoção dos direitos das comunidades tradicionais.
Programação cultural e serviços
A programação inclui ritual em homenagem a Iemanjá, apresentações culturais, música e dança, além de uma feira criativa com afroempreendedores dos segmentos de alimentação e artesanato, incentivando a economia solidária e o protagonismo das comunidades tradicionais.
O público também terá acesso a serviços de documentação básica, orientação jurídica e atendimentos de saúde, ampliando o acesso a direitos e políticas públicas.
Para Pai Biné Gomes, da Federação de Umbanda e Culto Afro-brasileiro do Maranhão, o festival é um momento de união, celebração e reafirmação da fé e da ancestralidade dos povos de terreiro.
Realizado pelo terceiro ano consecutivo, o Festival Iemanjá, Rainha do Mar, também se consolida como espaço de resistência, diálogo inter-religioso e defesa dos direitos humanos, reforçando a importância do combate ao racismo religioso para a construção de uma sociedade plural e democrática.
O evento é gratuito e aberto ao público.
Fonte: Governo do Maranhão
Fonte: O Imparcial




