Vasco e Fluminense iniciam a disputa por uma vaga na final do Campeonato Carioca neste domingo (22), às 18h, no Estádio Nilton Santos. O clássico ocorre em um momento de nítido contraste: enquanto o Fluminense, sob o comando de Luis Zubeldía, vive um início de 2026 brilhante com a conquista da Taça Guanabara, o Vasco de Fernando Diniz tenta se reencontrar após uma classificação dramática e um começo de Brasileirão sem vitórias.
Apesar da fase conturbada, o Vasco se apega a um trunfo psicológico: o sucesso recente em confrontos diretos contra o treinador argentino. Desde que Zubeldía assumiu o Tricolor em setembro de 2025, as equipes se enfrentaram três vezes, com duas vitórias vascaínas e uma tricolor.
O histórico inclui a eliminação do Fluminense na semifinal da última Copa do Brasil, decidida nos pênaltis após brilho do goleiro Léo Jardim, fato que alimenta a esperança da torcida cruzmaltina para o duelo eliminatório.
Desempenho e momento das equipes
O Fluminense chega ao clássico como o time a ser batido no estado. Em dez jogos no ano, somou oito vitórias e apenas uma derrota, apresentando um futebol sólido que culminou na classificação tranquila sobre o Bangu, com destaque para a produção ofensiva de Ganso, Savarino e Canobbio.
O favoritismo tricolor é reforçado pela vantagem de decidir a volta no Maracanã, no dia 1º de março, contando com o apoio massivo de sua torcida.
Já o Vasco atravessa um período de instabilidade técnica e pressão interna. A equipe garantiu a vaga na semifinal apenas nas cobranças de pênaltis contra o Volta Redonda, após um empate sofrido no tempo regulamentar.
Ocupando a 17ª posição no Campeonato Brasileiro, o time de Fernando Diniz busca no clássico a virada de chave necessária para a temporada, confiando no faro de gol de nomes como Vegetti e Rayan para surpreender o rival.
Histórico recente (Vasco x Fluminense de Zubeldía):
• Brasileirão (20/10/25): Vasco 2 x 0 Fluminense
• Copa do Brasil (Ida): Vasco 2 x 1 Fluminense
• Copa do Brasil (Volta): Fluminense 1 x 0 Vasco (Vasco classificado nos pênaltis)
Fonte: O Imparcial




