Robert Duvall deixa carreira de excelência no cinema; relembre

Robert Duvall deixa carreira de excelência no cinema; relembre

Um dos maiores nomes da “era de ouro” de morreu nesta segunda-feira (16/2). Robert Duvall era mundialmente conhecido. Ator, produtor e cineasta norte-americano deixou um marco para o mundial, lembrado pela autenticidade e excelência na atuação.

Com mais de 70 anos de carreira, Duvall construiu uma trajetória marcada por versatilidade e papeis que atravessam gerações. Antes do cinema, passou pelos palcos off-Broadway, onde consolidou a base técnica que precisava para o acompanhar por toda carreira.

Com uma bagagem profissional ampla, esbanjava uma estante de 61 prêmios e 128 indicações ao longo de sua carreira. Sendo indicado ao sete vezes, conquistando a estatueta de Melhor Ator em Tender Mercies (1983).

No , recebeu seis indicações e venceu quatro vezes, em diferentes categorias. Além disso, também foi premiado com Emmys, Os Prémios da Academia Britânica de Cinema () e o Screen Actors Guild Award, consolidando-se como um dos atores mais respeitados de Hollywood.

A seguir, relembre alguns dos principais trabalhos: 

  • 1962 – O Sol é Para Todos – Duvall estreou no cinema interpretando Boo Radley. Mesmo com poucas falas, chamou atenção pela presença silenciosa e pela força dramática do personagem, considerado um dos mais marcantes da literatura adaptada para as telas.
  • 1972 – O Poderoso ão – papel do advogado Tom Hagen projetou o ator internacionalmente. A atuação equilibrada e contida ajudou a consolidar o clássico como uma das maiores obras do cinema.
  • 1974 – O Poderoso Chefão II e o  A Conversação – No mesmo ano, participou de duas produções de Francis Ford Coppola (maior cineasta da época), que se tornariam referências cinematográficas. A presença nessas duas obras renomadas reforçou seu prestígio em Hollywood.
  • 1976 – Network – Rede de Intrigas – No clássico sobre mídia e poder, Duvall demonstrou mais uma vez sua capacidade de transitar por diferentes gêneros sem perder autenticidade.
  • 1979 – Apocalypse Now – Como o tenente-coronel Kilgore, imortalizou a frase “Adoro o cheiro de napalm pela manhã”, em uma das cenas mais icônicas da história do cinema.
  • 1983 – Oscar por Tender Mercies – Venceu o Oscar de Melhor Ator ao interpretar um cantor de música country em busca de redenção. A performance é considerada uma das mais sensíveis de sua carreira.
  • 1993 – Um Dia de Fúria – No papel de um policial veterano, brilhou em um dos filmes mais marcantes da década de 1990.
  • 1997 – O Apóstolo – Dirigiu e estrelou o longa, um projeto pessoal que evidenciou seu talento também atrás das câmeras.
  • 2005 – Medalha Nacional das Artes – Recebeu a honraria concedida pelo dos em reconhecimento ao impacto cultural de suas obras.
  • 2009 – Get Low – Já em idade avançada, interpretou um ermitão em um aclamado, reafirmando sua força e consistência como ator.

Ao longo da carreira, Robert Duvall participou de mais de 100 produções entre filmes e séries. Reconhecido pela naturalidade e profundidade de suas interpretações, foi chamado por críticos de ‘o Olivier americano’, uma referência a Laurence Olivier, considerado um dos maiores atores britânicos da história.

Fonte: O Imparcial

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