Epstein, Trump e monarquia britânica: os crimes do bilionário e a política

Epstein, Trump e monarquia britânica: os crimes do bilionário e a política

Novos documentos relacionados ao caso Jeffrey Epstein, divulgados recentemente, revelam conexões comprometedoras entre o bilionário condenado por crimes sexuais e figuras poderosas como o presidente e o ex-príncipe Andrew da família real britânica.

O analista Lourival Sant’Anna explicou, durante o Fora da Ordem, videocast de geopolítica da CNN , que em uma investigação do FBI contida nos arquivos, Donald teria telefonado para um chefe de na Flórida em 2007, quase 20 anos atrás, elogiando o trabalho das autoridades na investigação contra Epstein. Na ligação, Trump teria sugerido que a polícia focasse especialmente em Ghislaine Maxwell, parceira de Epstein que posteriormente foi condenada e presa por sua participação na rede de exploração sexual. Esta revelação indica que Trump possuía conhecimento prévio sobre o caso Epstein, contradizendo declarações anteriores.

Um dos questionamentos levantados durante uma audiência na última quarta-feira (11) no Comitê de da Câmara dos Estados Unidos foi a razão pela qual, apesar da extensa de nomes envolvidos na rede de exploração sexual de Epstein, pouquíssimas pessoas foram investigadas ou processadas. democratas confrontaram Pam Bondi, secretária de Justiça e procuradora-geral dos EUA, sobre esse ponto, mas ela evitou responder diretamente às perguntas, limitando-se a defender o trabalho do Departamento de Justiça.

Críticas à divulgação dos documentos

Há muitas críticas sobre a forma como os documentos foram divulgados, especialmente quanto às tarjas aplicadas aos nomes. Em diversos casos, mulheres vítimas da rede de exploração tiveram suas identidades expostas, enquanto homens suspeitos de envolvimento nos crimes sexuais tiveram seus nomes protegidos. Durante a audiência, uma congressista democrata pediu que Pam Bondi se desculpasse com as vítimas, mas ela se recusou a fazê-lo.

Impacto na monarquia britânica

Américo Martins, correspondente da CNN em Londres, explicou que no , o escândalo atinge diretamente a família real através de Andrew Mountbatten-Windsor, que perdeu todos os seus títulos de nobreza, incluindo o de duque de York, devido à sua associação com Epstein. Ele também perdeu patentes militares em consequência do caso.

A relação entre Andrew e Epstein começou através de Ghislaine Maxwell, filha de um ex-empresário da comunicação britânico, que fazia parte da elite do Reino Unido e tinha acesso a pessoas influentes. Os novos documentos revelam que Andrew mentiu em várias ocasiões, incluindo em uma à BBC, quando afirmou ter rompido completamente as relações com Epstein após sua condenação.

E-mails e fotografias recém-divulgados comprovam que Andrew pediu para ficar na casa de Epstein várias vezes e que comemorou quando o bilionário saiu da prisão. Além disso, surgem acusações de que Andrew poderia ter passado informações sigilosas do britânico para Epstein, já que atuava como enviado do governo para assuntos de comércio exterior.

Diante da gravidade das revelações, o rei Charles III e o príncipe William divulgaram notas expressando preocupação com a situação e solidariedade às vítimas, afirmando que a família real está à disposição para colaborar com qualquer investigação.

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