5 melhores jogos da Nintendo que não são Mario ou Zelda

5 melhores jogos da Nintendo que não são Mario ou Zelda

Quando a gente fala em melhores jogos da Nintendo, o papo quase sempre cai no mesmo lugar: Mario, Zelda, fim de conversa. Só que quem realmente acompanha a Nintendo sabe que o catálogo dela vai muito além desses dois pilares.

Se você acha que já viu tudo da empresa japonesa, segura essa . Porque aqui tem história, impacto e escolhas que, honestamente, mereciam muito mais holofote.

Pokémon Gold e Silver

Em 1999, quando Pokémon Gold and Silver chegou ao Game Boy, muita gente esperava “mais do mesmo”. Novos monstros, nova região, fórmula repetida. Só que a Nintendo e a Game Freak tinham um truque escondido.

Depois de vencer a Liga em Johto, o jogo simplesmente abre a região de Kanto inteira para você revisitar. Sim, o mapa do primeiro jogo completo. Dezesseis líderes de ginásio. Dois continentes. Era ambição pura para um portátil limitado. E até hoje, nenhum outro Pokémon repetiu algo assim.

Wii Sports

Pouca gente apostava que Wii Sports seria algo além de uma demonstração técnica do Wii. Só que bastaram algumas partidas de boliche para o mundo entender que estava diante de algo diferente.

O segredo não era gráfico. Não era profundidade complexa. Era acessibilidade. Você segurava o controle e jogava. Sem curva de aprendizado dolorosa. Sem tutorial infinito. Era quase intuitivo, quase físico. A sala virava quadra. A família virava rival.

Super Metroid

Se você nunca jogou Super Metroid, talvez não entenda por que o termo “metroidvania” existe. Mas basta algumas horas explorando Zebes para perceber que ali nasceu um modelo de design que influencia jogos até hoje.

A estrutura é engenhosa: exploração não linear, habilidades que desbloqueiam áreas antigas, sensação constante de descoberta. Nada é explicado demais. O jogo confia no jogador. E isso cria uma relação quase íntima com o mapa.

Animal Crossing: New Horizons

Quando Animal Crossing: New Horizons foi lançado no Switch, o mundo estava entrando em isolamento. E, sem exagero, o jogo virou coletivo. A proposta parece simples: construir sua , pagar dívidas ao Tom Nook, decorar sua casa.

Mas por trás disso existe um ciclo relaxante, quase terapêutico. Você cria rotina, visita amigos, troca itens. É o tipo de experiência que não pressiona, acolhe.

Fire Emblem: Awakening

Antes de Fire Emblem Awakening, a franquia Fire Emblem estava ameaçada. As vendas no Ocidente eram modestas e o futuro parecia incerto. A Nintendo precisava de um milagre estratégico.

E ele veio. Awakening trouxe combate tático profundo, mas acessível. Introduziu modos de dificuldade ajustáveis. Criou sistema de relacionamentos que impactava diretamente as batalhas. Você não só movia peças no tabuleiro, você se importava com cada personagem.

 

Fonte: CINEPOP

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