Apesar da leveza, a diretora foi direta: uma sequência é improvável. Segundo ela, o romance é denso, complexo e estruturado ao longo de diferentes gerações – algo que exigiria outro formato para ser explorado integralmente.
Fennell destacou ainda que seu longa deve ser visto como uma interpretação pessoal da obra, focada nas emoções e nos elementos que mais a impactaram, e não como uma adaptação totalmente fiel ao livro. Para a cineasta, uma versão completa da história funcionaria melhor como minissérie ou até mesmo como uma série de cerca de dez episódios, permitindo desenvolver todos os acontecimentos com a profundidade necessária.
Vale destacar que “O Morro dos Ventos Uivantes” já recebeu diversas adaptações para o cinema e a televisão ao longo das décadas. Entre as mais conhecidas estão o filme de 1939, estrelado por Laurence Olivier e Merle Oberon, e a versão de 1992, com Ralph Fiennes e Juliette Binoche. Mais recentemente, o romance ganhou uma minissérie em 2009, protagonizada por Tom Hardy e Charlotte Riley, além do filme de 2011, com James Howson e Kaya Scodelario – este último, o único a escalar um ator negro no papel de Heathcliff.
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