Embaixada dos EUA na Dinamarca remove bandeiras em homenagem a soldados

Embaixada dos EUA na Dinamarca remove bandeiras em homenagem a soldados

A Embaixada dos em Copenhague, na Dinamarca, deixou veteranos dinamarqueses furiosos ao remover bandeiras que homenageavam soldados mortos no Afeganistão de uma área externa do edifício.

Um vídeo compartilhado pela emissora dinamarquesa TV2 mostrou um removendo as bandeiras de vasos do lado de fora da embaixada na terça-feira (27), os objetos homenageavam os 44 soldados que morreram no conflito.

A Associação Dinamarquesa de Veteranos criticou a como “desnecessária e insensível” em um comunicado nas na quarta-feira (28).

Carsten Rasmussen, nacional da associação, afirmou que entendia a reação irritada, mas pediu uma resposta moderada.

“Quando eles agem por baixo, nós agimos por cima — e respondemos com calma, dignidade e consideração”, disse ele.

Um porta-voz do Departamento de Estado dos reportou à CNN que a colocação das bandeiras não foi coordenada com a equipe da embaixada americana em Copenhague e que eles desconheciam o significado das bandeiras.

Embora a fixação de tais itens não seja geralmente proibida, bandeiras, faixas e cartazes costumam ser recolhidos pela equipe de segurança ao final de seus turnos “como regra geral”, acrescentou o porta-voz.

“Bandeiras adicionais posteriormente colocadas estão atualmente no local e assim permanecerão”, disse o porta-voz.

Um porta-voz da Embaixada dos EUA em Copenhague afirmou à emissora 2 que “não houve má intenção na remoção das bandeiras” e que eles possuem o mais profundo respeito pelos veteranos dinamarqueses e aqueles que contribuíram para a segurança comum.

Os dinamarqueses responderam colocando centenas de bandeiras adicionais em frente à embaixada americana, segundo vídeo compartilhado pela TV2.

Um número crescente de bandeiras dinamarquesas foi colocado em frente à Embaixada dos EUA em Copenhague nesta quarta-feira, após funcionários terem removido as bandeiras na tarde de terça-feira • Martin Sylvest Andersen/Getty Images via CNN Newsource

O último desentendimento diplomático entre as duas nações ocorreu depois que o presidente irritou os aliados da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) no último fim de semana quando afirmou, sem fundamento, que as tropas da aliança “ficaram um pouco para trás” das linhas de frente no Afeganistão.

A primeira-ministra dinamarquesa Mette Frederiksen disse em uma publicação nas redes sociais no domingo (25) que os comentários de eram “intoleráveis”, acrescentando que a Dinamarca sofreu uma das maiores perdas per capita em comparação com os aliados da Otan.

A relação entre Copenhague e Washington se deteriorou nas últimas semanas depois que o líder americano renovou suas exigências pela anexação da Groenlândia, o vasto território ártico autônomo governado pela Dinamarca.

As tensões atingiram um ponto crítico quando Trump ameaçou impor tarifas às nações europeias.

Ele retirou a ameaça após anunciar que chegou a uma “estrutura” para um acordo futuro sobre a após uma reunião com o secretário-geral da Otan Mark Rutte.

Os detalhes da estrutura ainda não foram revelados, mas a postura hostil e a imprevisibilidade de Trump abalaram a Dinamarca, a Groenlândia e seus aliados europeus.

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