Anime tão bom quanto Jujutsu Kaisen chega ainda em 2026

Anime tão bom quanto Jujutsu Kaisen chega ainda em 2026

Quem acompanha de perto sabe: quando Jujutsu Kaisen volta, o barulho é imediato. Trending topics, cenas virando meme, debates inflamados nas redes. Mas e se eu te dissesse que 2026 reserva um retorno capaz de mexer ainda mais com quem ama anime? Sim, tão bom quanto Jujutsu Kaisen, só que de um jeito bem diferente.

Estamos falando de Frieren e a Jornada para o Além, que retorna com sua segunda temporada em 2026, no mesmo ano em que Jujutsu Kaisen estreia sua aguardada terceira temporada.

Dois gigantes, duas experiências completamente diferentes

Comparar Frieren com Jujutsu Kaisen parece injusto à primeira vista. Um é introspectivo, contemplativo, quase silencioso. O outro é explosivo, violento, intenso. Mas curiosamente, os dois ocupam o mesmo espaço emocional no fandom: o de anime que você precisa assistir enquanto está sendo exibido.

Jujutsu Kaisen é urgência. Cada episódio parece um evento. A terceira temporada já chegou mostrando por que a espera valeu a pena, com visuais ainda mais estilizados e cenas originais que expandem o impacto dos vilões, Naoya Zenin, por exemplo, simplesmente rouba a cena. É aquele tipo de anime que você comenta no mesmo dia, porque ficar por fora dói.

Frieren, por outro lado, é paciência. É o tipo de anime que você termina um episódio e fica olhando para o teto, repensando escolhas, relações, o tempo. Não grita para chamar atenção. Ela confia que você vai sentir. E sente mesmo.

Por que Frieren é o retorno mais aguardado

Não é exagero dizer: Frieren: Beyond Journey’s End temporada 2 é, hoje, o retorno mais esperado do ano. E não apenas por percepção subjetiva. Pesquisas feitas com fãs, votações em grandes plataformas e rankings criados pela própria comunidade apontam Frieren consistentemente entre os títulos mais antecipados.

Mas números à parte, o verdadeiro motivo está na experiência que a entrega. Frieren fala sobre o que quase nenhum shounen mainstream tem coragem de colocar no centro da narrativa: a passagem do tempo, a efemeridade da vida, os encontros que parecem pequenos, mas são tudo.

E vale lembrar: tudo isso é contado com uma delicadeza absurda. Não por acaso, muita gente que nunca se conectou com anime acabou fisgada por Frieren. Ela fala com fãs veteranos, mas também com quem só queria uma boa história bem contada.

Um espetáculo visual que parece

Se tem algo que une Frieren e Jujutsu Kaisen, é o cuidado estético. Só que, novamente, de formas opostas. Produzido pelo estúdio Madhouse, Frieren aposta em uma linguagem quase cinematográfica. Planos longos, uso sutil de granulação, composição de cena que parece saída de um europeu melancólico.

Esse visual cria um efeito curioso: nostalgia imediata. Mesmo sendo novo, Frieren parece algo que você “sempre conheceu”. Um anime que não precisa exagerar para ser , ele simplesmente é.

E isso pesa muito quando falamos de legado. Porque impressiona no momento, mas atmosfera permanece. Quantas cenas de Frieren ficaram na cabeça dos fãs semanas depois do episódio acabar?

O choque de legados que define uma era

Frieren não quer ser o anime mais falado da semana. Ela quer ser o anime que você recomenda com cuidado, quase como quem indica um livro importante. Jujutsu Kaisen, por sua vez, é o anime que você vive em tempo real, episódio após episódio.

E talvez essa seja a beleza de 2026: não é uma disputa, é um encontro. Dois jeitos de amar anime coexistindo. Um que acelera o coração. Outro que aperta o peito.

 

Fonte: CINEPOP

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