6 coisas que todo fã de Star Trek precisa saber antes de ver Academia da Frota Estelar

6 coisas que todo fã de Star Trek precisa saber antes de ver Academia da Frota Estelar

Durante , a ideia de acompanhar a formação de cadetes da Frota Estelar circulou nos da franquia. Desde os tempos de Gene Roddenberry, o conceito aparecia como possibilidade em , séries e até versões alternativas da linha do tempo, mas sempre acabou ficando pelo caminho.

Agora, com Star Trek: Academia da Frota Estelar, que estreia nesta quinta-feira, 15 de janeiro, no Paramount+, essa promessa finalmente se concretiza. A produção chega com uma proposta bem diferente do que muitos fãs poderiam imaginar, tanto em ambientação quanto em contexto político e social dentro do universo da saga.

1. A se passa após os de Star Trek: Discovery

Diferente do que o título pode sugerir, Star Trek: Academia da Frota Estelar não revisita o passado da franquia. A história é ambientada no século 32, após os acontecimentos de Star Trek: Discovery, em um momento em que a Federação deixou de ser a grande potência galáctica.

Depois do evento conhecido como A Queima, que destruiu praticamente todo o dilítio ativo do universo, em dobra se tornaram raras, sistemas ficaram isolados e a Frota Estelar foi drasticamente reduzida. É nesse cenário fragilizado que a Academia volta a formar novos oficiais.

2. A Federação não é mais a mesma

Quem entra esperando encontrar uma Federação forte, unificada e respeitada vai perceber rapidamente que o jogo virou. Muitos planetas se afastaram, alianças antigas se romperam e a confiança na Frota Estelar foi abalada ao longo dos séculos.

Para os novos cadetes, isso significa aprender a explorar, negociar e sobreviver em um universo mais instável, onde regras antigas nem sempre funcionam.

3. Vulcanos, romulanos e aliados inesperados

As espécies conhecidas continuam presentes, mas em novas configurações. Vulcano agora é Ni’Var e abriga também os romulanos, enquanto outros povos tradicionais da Federação seguem caminhos próprios.

Klingons reaparecem com visual clássico e papel reduzido no cenário galáctico, e Betazoides optaram pelo isolamento completo após criarem uma barreira psíquica. A série deixa claro desde cedo que alianças não podem mais ser tomadas como garantidas.

4. O Doutor de Voyager está de volta

Um dos retornos mais comentados é o do Doutor holográfico de Star Trek: Voyager, novamente interpretado por Robert Picardo. Agora atuando na Academia, ele surge com uma explicação simples para sua aparência mais velha: um algoritmo de envelhecimento.

Apesar do tom leve da justificativa, o personagem funciona como elo direto com a história clássica da franquia e reforça a ideia de continuidade, mesmo com um salto temporal de quase mil anos.

5. Deep Space Nine influencia mais do que parece

Mesmo quem não assistiu Star Trek: Deep Space Nine vai perceber referências importantes ao longo da temporada. Um arco específico envolve estudos históricos sobre Benjamin Sisko e sua ligação com entidades conhecidas como Profetas.

Essas conexões não exigem profundo da série antiga, mas funcionam como recompensa para fãs de longa data.

6. Novos inimigos, novas versões de velhos conhecidos

Seguindo uma da franquia, antigos antagonistas surgem agora em papéis diferentes. O fica para Lura Thok, a primeira Jem’Hadar mulher vista em live-action, mostrando como a espécie evoluiu após a Guerra do Domínio.

A série também apresenta um vilão central com herança klingon e tellarita, além de explorar espécies longevas como os lanthanitas, que funcionam como pontes vivas entre eras distintas da história galáctica.

O que esperar da série

Assim como outras produções recentes de Star Trek, Academia da Frota Estelar alterna momentos mais sérios com episódios leves e até excêntricos.

O formato permite explorar conflitos pessoais, identidade, legado e escolhas morais em um universo que ainda tenta se reorganizar após uma catástrofe sem precedentes.

Star Trek: Academia da Frota Estelar estreia nesta quinta-feira, 15 de janeiro, no Paramount+.

 

Fonte: CINEPOP

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