“Um negócio que é só digital acaba na mão do algoritmo, dependendo da decisão de terceiros. Se mudar alguma regra dentro das plataformas, tudo é impactado. Por isso abrimos lojas físicas tão cedo”, conta.
Muito além de sua dona
Hoje, Camila é a CEO da própria marca, mas não se imagina assim para sempre. O plano, a longo prazo, é que a empresa funcione sem depender de sua imagem, embora ela acredite que ainda estejam em um período de maturação.
“Não me vejo CEO para sempre. Vou servir ao negócio até o momento em que for útil e precisar encontrar alguém que saiba mais para conduzir esse crescimento. Eu me vejo comunicando de forma mais pontual, mais offline. E, em certos momentos da semana, ficando online de maneira intencional”, diz ao explicar seus planos para daqui a cinco anos.
Já para a GE Beauty, ela enxerga mais lojas e produtos com ainda mais tecnologia. “Quero um portfólio mais completo, com itens de skincare mais científicos — pelo menos mais do que são agora, porque já são bem tecnológicos. E, claro, quero capilaridade em todo o Brasil“, conta.
Fonte: UOL ECONOMIA




