Renan Filho afirma que o governo Lula encara desafio fiscal com altivez

Renan Filho afirma que o governo Lula encara desafio fiscal com altivez

Depois de criticar ações do Bolsonaro na área, o ministro disse que a atual administração fez reformas estruturantes importantes

Ricardo Botelho/MInfraEm relação à sustentabilidade, Renan Filho disse que o é o grande exemplo no uso de biocombustíveis

O ministro dos Transportes, Renan Filho, disse neste domingo (16) que numa régua que meça ser mais ou menos austero na fiscal, ele se situa próximo do que pensa o colega da Fazenda, Fernando Haddad, em relação à média do governo. “Eu tenho uma visão mais próxima, se formos colocar o governo numa régua, do pensamento do ministro Fernando Haddad”, se situou durante participação no programa Canal Livre, da Band.

Para Renan Filho, o governo do presidente Lula vem enfrentando o desafio fiscal com altivez. “Obviamente não da maneira que o mercado de capitais gostaria, que não é tão simples”, opinou.

Depois de criticar ações do governo Bolsonaro na área, o ministro disse que a atual administração fez reformas estruturantes importantes, como oferecer um novo marco fiscal. “Pode ser melhorado, certamente pode, mas fez uma reforma tributária, fez uma reforma do imposto de renda agora muito relevante. Essas reformas foram muito importantes, mas do ponto de vista fiscal, eu defendo o equilíbrio fiscal.”

Sustentabilidade

Em relação à sustentabilidade, Renan Filho disse que o Brasil é o grande exemplo no uso de biocombustíveis e que o país dá o exemplo ao mundo.

Ele defendeu também que o Brasil caminhe para o modelo de mobilidade elétrica, mas sem abandonar os ganhos com etanol. “A gente tem uma matriz energética limpa, a gente tem os biocombustíveis, a gente também está fazendo uma transição para o elétrico, não tão rápida quanto os ricos, porque o povo deles pode comprar carro elétrico mais do que o nosso. Só por esse motivo.”

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Sobre a exploração de petróleo na Margem Equatorial, o ministro se disse favorável ao no local. “Se tiver pouco petróleo, deixa lá. Agora, se tiver muito petróleo, pode um país como o Brasil abrir mão de uma riqueza dessa ?”, perguntou.

*Com informações do Estadão Conteúdo



Fonte: Jovem Pan

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