Brasil cria 147 mil empregos formais em agosto, pior resultado para o mês desde 2020

Brasil cria 147 mil empregos formais em agosto, pior resultado para o mês desde 2020

Saldo de vagas caiu 38% em relação a 2024; serviços lideram geração, e agropecuária recua

Vinicius Nunes/Agência F8/Estadão ConteúdoForam registradas 2,24 milhões de admissões e 2,1 milhões de desligamentos em agosto

O gerou 147.358 empregos com carteira assinada em agosto, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Ministério do e . O saldo representa queda de 38% em relação ao mesmo mês de 2024 e é o pior resultado para o período desde 2020, quando o novo (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) passou a ser utilizado.

No mês, foram registradas 2,24 milhões de admissões e 2,1 milhões de desligamentos. No acumulado de janeiro a agosto, o país criou mais de 1,5 milhão de vagas, enquanto nos últimos 12 meses o saldo foi de 1,44 milhão.

Quatro dos cinco setores analisados apresentaram saldo positivo: serviços (+81.002), comércio (+32.612), (+19.098) e construção (+17.328). A agropecuária, por outro lado, registrou retração de 2.665 postos. Entre os estados, liderou a geração de vagas, com saldo de 45.450 empregos, seguido por (+16.128) e (+12.692).

médio

O salário médio real de admissão em agosto foi de R$ 2.295,01, alta de 0,56% em relação a julho. Na comparação anual, o avanço foi de 0,86%. Trabalhadores considerados típicos receberam, em média, R$ 2.335,35, enquanto os não típicos ficaram com R$ 2.006,44.



Fonte: Jovem Pan

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