‘Nosso Amigo Romário’ – Quando os caminhos do inusitado atravessam razões existenciais de grande valor [Mostra de Cinema de Tiradentes]

‘Nosso Amigo Romário’ – Quando os caminhos do inusitado atravessam razões existenciais de grande valor [Mostra de Cinema de Tiradentes]
CríticasCrítica | ‘Nosso Amigo Romário’ – Quando os caminhos do atravessam razões existenciais de grande valor

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Em um dos dias de Mostra de de 2026, nos encontramos com um repleto de simbolismos, que percorre os caminhos curiosos do inusitado para atravessar razões existenciais de grande valor. Nosso Amigo Romário, escrito e dirigido pelo cineasta mineiro Antonio Pedroni, valoriza a atmosfera ligada às ções, construindo uma experiência emocional marcante que convida para lindas reflexões e gerando muitas lições.

 

No interior de , no ano da copa do mundo de masculino de 1994 – aquela mesma onde o venceu – conhecemos Francisco (Carlos Francisco), um senhor de idade que vive em uma casa humilde junto de sua filha Renata (Paula Amorinni) e seu neto Pedrinho (Daniel Pedro). Um dia, ele se depara com uma fato peculiar: encontra um alienígena a poucos metros de casa e passa o restante dos dias criando um forte vínculo de amizade com ele.

 

Selecionado para a Mostra Praça, no lindo Cine Petrobrás, a céu aberto, esse é um filme que nos instiga a ver o mundo através de seu protagonista. Utilizando vetores de afeto para provocar interessantes diálogos, a narrativa nos conduz para questões existenciais – sobretudo à oposição conceitual entre a vida e a – e também a beleza de simples gestos, o voltar a ser e as lembranças que despertam.

 

‘Nosso Amigo Romário’ – Quando os caminhos do inusitado atravessam razões existenciais de grande valor [Mostra de Cinema de Tiradentes]

A compaixão logo se faz presente, sendo um alicerce acoplado na ingenuidade. Nada é forçado; tudo é construído com a força da beleza das relações, da empatia e da dinâmica familiar. Em 18 minutos, sem muitas inovações quando pensamos em potenciais para dar uma chacoalhada na linguagem cinematográfica, temos uma obra pés no chão, mas que levita para as possibilidades graças à atuação emocionante de Carlos Francisco. Lindo filme.

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Fonte: CINEPOP

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