Veja truque alimentar da família mais longeva do mundo para viver mais

Se viver para lá dos 100 anos está nos seus planos, existe uma refeição específica que você pode considerar. Ao menos, foi o segredo revelado pela família mais longeva do mundo

A família vive na “Zona Azul” da Sardenha, na Itália — área do onde registram as mais baixas taxas de doenças crônicas. A família Melis, cujos nove irmãos tinham, juntos, 861 anos de idade, comia, diariamente, a mesma refeição no almoço. 

Inclusive, um documentário na Netflix intitulado como Viva até os 100: os segredos das Zonas Azuis, em tradução livre, investigou cinco lugares com status de “zona azul”, dentre elas: Okinawa, no Japão; Sardenha, na Itália; Nicoya, na Costa Rica; Icária, na Grécia; e Loma Linda, na Califórnia.

Essas áreas compartilham nove hábitos de estilo de vida específicos, conhecidos como Power 9, que podem ser a chave do sucesso. Dentre eles, seguir uma dieta vegetariana está incluso. 


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Segredo da longevidade

A família Melis tem o título do recorde mundial do Guinness para a maior idade combinada de nove irmãos vivos. Em 2012, quando recebeu o certificado, a idade total dos irmãos resultava em 861 anos, com o irmão mais velho ostentando 109 anos de idade. 

E uma refeição chama a atenção. A refeição é composta por três sopas minestrone de feijão (grão de bico, feijão pinto e feijão branco), além de pão de fermentação natural e uma taça de vinho tinto. A sopa grossa da família é feita incluindo uma extensa variedade de vegetais cultivados nas proximidades.

O grão de bico, assim como as demais leguminosas, é rico em fibras, proteínas e conta com vitaminas e minerais essenciais à saúde. O feijão também conta com as mesmas propriedades. Por sua vez, o feijão branco tem alta densidade de nutrientes e é baixo em calorias. Esses alimentos promovem sensação de saciedade, além da falta do consumo das leguminosas já ser associada à obesidade. 

Não obstante, as pessoas que mais vivem vidas longas e saudáveis tendem a consumir meia xícara de feijão diariamente. 

Inclusive, um estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) já associou que pessoas que não consomem feijão tem risco 20% maior para obesidade. 

Dessa forma, não custa muito incluir um feijãozinho nas preparações.

 

 

(*) Thaiz Brito é nutricionista pós-graduanda em Nutrição Esportiva Clínica

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