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Saúde & Bem-Estar

Speyside lança Ebook de Tendências de Saúde em Mercados Emergentes 2023

tendência de saúde
(Foto: fabrikasimf/Freepik)

Speyside Group, uma consultoria global especializada em assuntos corporativos e políticas públicas para mercados emergentes, lançou o ebook “Tendências da Saúde em Mercados Emergentes 2023: Um olhar à frente“, uma análise de como as principais tendências globais em matéria de cuidados de saúde serão implementadas a curto prazo em mercados como América Latina, Sudeste Asiático e África, entre outros.   

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Levando em conta o cenário desafiador de restrição orçamentária e o aumento da taxa de doenças crônicas como diabetes e obesidade, os sistemas de saúde exigem um verdadeiro compromisso conjunto na promoção da saúde, prevenção de doenças e diagnóstico e tratamento precoces.  Este compromisso traz oportunidades para as empresas da área da saúde expandirem suas formas de trabalho para construírem plataformas multistakeholders para realizar projetos conjuntos, que liguem todas as fases envolvidas em uma gestão integrada da saúde.   

“O objetivo deste relatório é fornecer insights que ajudem as empresas a reformularem sua estratégia nos mercados emergentes em 2023. Trazer soluções inovadoras não pode ser o único foco, uma vez que há a necessidade de trabalhar no setor com as autoridades de saúde locais para construir soluções que reduzam o peso dos cuidados de saúde ao mesmo tempo em que dão suporte para que as populações vivam melhor e de forma mais saudável”, explica Arly Belas, Head of Healthcare Practice Brasil da Speyside.

Singapura é um bom exemplo desta transformação. Nos últimos meses, o governo apresentou ao parlamento o documento Healthier SG, nova estratégia de saúde que se destina a dar ênfase em manter as pessoas saudáveis, ao invés de tratar doenças em fases tardias, bem como a reduzir os custos crescentes da saúde. A ideia principal é criar clusters de saúde para prestar serviços a populações específicas. O orçamento por pessoa será escalonado com base no risco de saúde, de modo que os idosos e as crianças sejam prioridade e recebam um orçamento maior.  

Os efeitos da COVID-19 sobre a prevalência de outras doenças  

Para além do aumento contínuo das despesas de saúde, a priorização da gestão da COVID-19 sobre outras doenças causou um atraso significativo no diagnóstico e controle de doenças não transmissíveis. Este é um problema particular de saúde pública, que tem desencadeado alertas nos mercados emergentes.   

Esta realidade ainda é somada ao contexto de restrição fiscal, levando os países a uma ampla cooperação pública e privada para enfrentar este problema. “A recentralização da agenda na prevenção e gestão precoce será fundamental para dar suporte ao número crescente de pacientes com doenças não transmissíveis, tais como diabetes, câncer, doença renal crônica e doenças cardiovasculares e mentais, bem como a obesidade. As empresas de saúde que podem tornar-se aliadas dos governos para melhorar esta realidade aumentarão suas oportunidades de colaboração”, conta Arly.

Digitalização e nova estratégia de contratação, o caminho para alcançar a prevenção  

A procura de soluções de saúde digitais surgirá das novas abordagens centradas no paciente, individualizadas e preventivas, que estão impulsionando a evolução dos sistemas de saúde. Portanto, as empresas globais de saúde precisam trabalhar com os ecossistemas locais de saúde para fornecer ferramentas e soluções sob medida. Para os mercados emergentes, trabalhar em um ecossistema de saúde digitalizado significa também avaliar os requisitos de infraestrutura e a preparação da mão-de-obra.  

Todos estes esforços estão sendo feitos em um cenário de desaceleração global, associado ao aumento dos custos no campo da saúde. Os Acordos de Acesso Gerenciado – acordos entre empresas e pagadores da área da saúde que permitem a cobertura de novos produtos e medicamentos enquanto administram a incerteza em torno do seu impacto financeiro ou desempenho – receberão mais atenção e interesse das organizações de saúde nesses países.  Como a maioria desses mercados ainda estão desenvolvendo o seu quadro regulamentar e político para esse tipo de acordo, esta é uma grande oportunidade para as empresas globais de saúde contribuírem para desenhar regulamentações e políticas mais efetivas, promovendo a colaboração conjunta de universidades, autoridades de saúde e agências reguladoras, bem como de diferentes experts do setor privado. 

*Informações Assessoria de Imprensa

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