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Maranhão fica sob alerta laranja de chuvas; saiba os fatores dos temporais

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, hoje (25), dois alertas de fortes chuvas para o . Os alertas amarelo e laranja são válidos até as 10h dessa quinta-feira (26). O site do Inmet classifica o alerta laranja como de perigo, com chuvas entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, além de ventos intensos (60-100 km/h).

O site do Inmet ainda traz as seguintes recomendações em situações de chuvas intensas:

  • Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda)
  • Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.
  • Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Temporal causa transtornos na Grande Ilha

A Grande Ilha de São Luís amanheceu sob forte temporal nesta quarta-feira (25). Diversos momentos de transtorno foram gravados e divulgados nas redes sociais – em um dos flagrantes, um motorista é arrastado em enxurrada, na região da Maiobinha.

Segundo o meteorologista Gunter Reschke, as chuvas de janeiro de 2023 já superaram a média climatológica esperada para esse mês.

“Estamos sob a influência do principal sistema meteorológico causador de chuvas (cerca de 70% das chuvas que ocorrem no norte do Maranhão) que é a zona de convergência intertropical”, explica Reschke. “A Zona é o fenômeno que causou as chuvas com trovoadas hoje. É o que causa a maior parte das chuvas de janeiro”, complementa o meteorologista Hallan Cerqueira.

Motorista é arrastado em enxurrada na região da Maiobinha, no temporal desta quarta-feira (25).

“Nós estamos apenas no início da estação chuvosa no norte do Maranhão, e já acima da média climatológica prevista para o mês de janeiro”, ressalta Reschke. “Em São Luís, um centro urbano com aproximadamente 60 pontos de áreas de risco, um temporal como o de hoje exige cuidados com relação a alagamentos e deslizamento de terra”, conclui o especialista.

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