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Lira está sem caneta para cargos, reclamam aliados

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, está recebendo as bancadas de todos os estados, em campanha para ser reeleito no cargo no início de fevereiro.

Nessas conversas, aliados têm uma reclamação em comum: Lira não tem se comprometido a ajudar com indicações de cargos no governo federal.

Antes de sua provável reeleição, Lira está com dificuldades de dialogar com o governo Lula em nome do centrão para demandar espaços, segundo pessoas próximas.

Em fevereiro, sua reeleição deve destravar a negociação do segundo escalão do governo, que envolve Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Banco do Nordeste, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e, se o Centrão emplacar sua recriação, a extinta Funasa.

A expectativa dos aliados de Lira é que essa negociação apare as arestas de quem não se sentiu bem atendido pela divisão dos ministérios, como o PSD e o União Brasil.

A distribuição de cargos será feita em paralelo com a análise da Medida Provisória que montou o atual governo, ou seja, o desenho dos órgãos também será discutido.

Além do fim da Funasa, a migração da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) do Ministério da Agricultura, nas mãos do PSD, para o Ministério do Desenvolvimento Agrário, que está com o PT, incomodou o Congresso.

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