Cresce número de empresas que atuam na fabricação e venda de chocolates e doces no Maranhão

O setor de chocolate, que vive seu melhor momento durante a Páscoa, segue em ascensão no . Atualmente, há 3.744 negócios registrados no estado como fabricantes de produtos derivados do cacau e de chocolates, e como varejistas e atacadistas que comercializam esse alimento e outros doces, indica levantamento do Sebrae. No fim de 2022, eram 3.158, uma diferença de 18,5%. Até o último dia de 2023 totalizavam 3.634 empreendimentos.

Chocolate é um dos alimentos mais procurados durante a Páscoa, seja para consumir ou presentear

A maior parte dessas empresas está sediada na capital São Luís, com 874 até o momento, seguida por Imperatriz, com 359. O ano de 2022 fechou com 719 negócios ativos na capital e 301 em Imperatriz.

A maranhense Fernanda Lisboa, que produz e vende chocolate há cinco anos, diz que esse é um mercado em expansão

Esse crescimento acompanha o aumento do consumo de chocolate em todo o país, que passou de 3,6 kg por pessoa em 2022 para 3,9 kg em 2023, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab). No ano passado, a produção de chocolate subiu para 805 mil toneladas, um incremento de 6% em relação a 2022. E o período pascal impulsiona ainda mais o setor, que, este ano, produziu 17% mais ovos de Páscoa em comparação com o ano anterior.

Segundo levantamento recente elaborado pelo Sebrae Maranhão, o estado possui 3.744 negócios ligados ao chocolate, a maioria deles na capital

“Páscoa é o período que mais vende chocolate. Para a indústria de chocolate é como se fosse o Natal”, afirma a maranhense Fernanda Lisboa, proprietária da Chocolates Tapuio, empreendimento que abriu as portas em São Luís no ano de 2019, com o apoio do Sebrae. Para ela, o cenário para os negócios relacionados ao cacau é otimista no estado. “É um mercado em expansão, sem dúvida”, garante.

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