Bolsonaro ironiza investigação sobre suposta importunação e chama Flávio Dino de “baleia”

O ex-presidente Jair Bolsonaro, durante um evento do PL Mulher, em Porto Alegre, no último sábado (18), ironizou o inquérito em que é investigado por supostamente importunar uma baleia-jubarte, fazendo uma declaração gordofóbica direcionada ao ministro da , Flávio Dino.

Bolsonaro é suspeito de envolvimento em um incidente no qual um homem pilotando um jet ski foi filmado fazendo manobras próximas a uma baleia-jubarte em São Sebastião, litoral norte de São Paulo, em junho deste ano. A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o caso, suspeitando da participação do ex-presidente.

Embora tenha afirmado ser alvo de “maldade”, Bolsonaro não abordou mais detalhes sobre o assunto. Em seguida, proferiu um comentário gordofóbico direcionado a Dino, referindo-se a ele como “baleia”.

“Todo dia tem uma maldade em cima de mim. A de ontem foi que estou perseguindo baleias. A única baleia que não gosta de mim, lá na Esplanada, é aquela que está no ministério, declarou.

Além disso, Bolsonaro acusou Dino de ter supostamente “apagado” vídeos do Ministério da Justiça relacionados aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.

Em resposta, o Ministério da Justiça explicou, em agosto, que não mantém gravações armazenadas, pois os vídeos são deletados após 30 dias, de acordo com os termos contratuais estabelecidos com a empresa responsável pela administração do circuito interno do Palácio da Justiça.

“O mesmo problema aconteceu no Senado. O mesmo problema que aconteceu aqui, é um problema contratual. E isso acontece nas empresas privadas. E eu não sabia disso, que eu não sou gestor de contrato. Eu sou ministro da Justiça”, declarou Dino, na ocasião, em coletiva à imprensa.

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